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Avião faz pouso forçado em propriedade rural na região do bairro Pé de Galinha

21:27 atualizado: 01/09/2015 10:47

Aeronave seguia para o Estado do Paraná, e caiu numa velocidade de 160 km/h, após pane

Por: Maciel Dantas e Acácio Rocha

http://www.sigamais.com/noticias/policia/aviao-faz-pouso-forcado-em-propriedade-rural-na-regiao-do-bairro-pe-de-galinha/ Avião faz pouso forçado em propriedade rural na região do bairro Pé de Galinha
Foto: Maciel Dantas/Jornal O Povo. Foto: Maciel Dantas/Jornal O Povo.

Na tarde deste domingo um avião monomotor Cessna 210N, com capacidade para 6 pessoas fez um pouso forçado no sítio São Jorge, de propriedade de Ademar Dionisio (Dema). Conforme as informações obtidas no local, o avião sobrevoava com dois pilotos, decolou de Adamantina e seguia para o Estado do Paraná.
Os pilotos estavam no local e não tiveram ferimentos. Um deles comentou que deu uma pane no motor e teve que fazer o pouso forçado no pasto. Comentou ainda que, caiu numa velocidade de 160 km/h.
As polícias de Mariápolis, Adamantina, Pracinha e Lucélia estavam no local. A viatura da Unidade de Resgate foi acionada e levou os pilotos para a Santa Casa. Ainda conforme as informações, os dois irão prestar depoimentos em Lucélia, já que o local é pertencente ao citado município.
O local permanecerá preservado para futuras perícias. Também é notável vários pedados da aeronave pelas redondezas e marcas no pasto. Os prefixos e outras partes do avião foram cobertas pelos pilotos, com lonas.
Imagens fornecidas pela Polícia Militar permitiram identificar o prefixo do avião: PR-TCC.

Testemunhas viram fumaça sair do avião em vôo

Uma testemunha, em solo, que atua na aviação civil, percebeu quando o avião, em vôo, começou a soltar fumaça branca. “É imperceptível para o piloto no ar”, revelou Márcio Pereira, ao SIGA MAIS. Ele está na aviação civil há dois anos e estuda na Escola de Aviação Civil Adaair, de Adamantina.
Márcio disse que por volta das 16h deste domingo (30) o avião decolou do aeroporto de Adamantina sem problemas, e ganhou altura. E segundo ele, antes de decolar foram realizadas as inspeções de comandos em solo, uma rotina obrigatória aos pilotos, e todos os comandos responderam normalmente.
Em seguida, com a aeronave em vôo, observou a fumaça. Outras pessoas também observaram a fumaça branca. Porém, não conseguiu avisar o piloto, por estar sem rádio no momento, em solo.
Segundo Márcio, o piloto do avião que fez o pouso de emergência era experiente, e defende a tese de falha mecânica. Um fator dessa evidência foi o fato de ter jorrado óleo por todo o para-brisa da aeronave. A partir de informações apuradas por Márcio, o motor teria parado de funcionar, fazendo que perdesse altitude, forçando o pouso de emergência.

Três acidentes aéreos na região em menos de 60 dias

É o terceiro caso envolvendo acidentes com avião, em cidades da região, nos últimos 60 dias. Na última segunda-feira (24), um avião monomotor fez um pouso forçado nas proximidades do presídio de Pacaembu/Rodovia SP-294.  E no dia 14 de junho um avião que sobrevoava Pacaembu, com destino à Dracena, também teve de pousar forçadamente em uma propriedade rural que fica cerca de dois quilômetros da mesma unidade prisional.

Sobre o Cessna

O Cessna 210 é uma econômica aeronave monomotor, com capacidade para transportar com razoável conforto um piloto e cinco passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais (rotas domésticas). Uma das principais características dessa aeronave é a possibilidade de pousar e decolar em pistas curtas e não pavimentadas, manutenção barata e baixo consumo de combustível.

 

 
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