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CRERES encerra atividades como abrigo para dependentes de drogas e álcool

10:33 atualizado: 18:59

Desde outubro de 2016 a situação do local é discutida entre os gestores e autoridades.

Por: Da Redação | Com informações do Folha Regional

http://www.sigamais.com/noticias/cidades/creres-encerra-atividades-como-abrigo-para-dependentes-de-drogas-e-alcool/ CRERES encerra atividades como abrigo para dependentes de drogas e álcool
Com problemas estruturais, CRERES encerra atividades (Arquivo/Siga Mais). Com problemas estruturais, CRERES encerra atividades (Arquivo/Siga Mais).

Diante de uma série de apontamentos feitos pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), sobre as condições de funcionamento e estruturais da CRERES (Casa de Recuperação e Reintegração Social) de Adamantina, a instituição encerrou suas atividades como abrigo para tratamento de dependentes de álcool e drogas.
Segundo o Folha Regional, antes de interromper o funcionamento, a Casa de Recuperação e Reintegração Social abrigava seis internos. Já a confirmação sobre o fechamento foi dada pelo Secretário Municipal de Saúde Gustavo Rufino, que era o interlocutor municipal nessa demanda, junto ao Ministério Público.
Ainda de acordo com o Folha Regional, os voluntários que geriam a CRERES elaborar um novo projeto e transformá-la em uma casa de passagem – estilo albergue –, porém, ainda não há nada de oficial.

Cronologia do problema

Os problemas estruturais da CRERES foram relatados em outubro de 2016 após representação feita pelo comando da Polícia Militar ao MPSP. Os envolvidos foram comunicados na época e desde então o caso é pauta de discussões entre seus dirigentes e as autoridades.
Mais de um ano depois - no final de dezembro passado - o MPSP, por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Direitos Humanos / Saúde Pública da Comarca de Adamantina, fez uma recomendação à Prefeitura local, fixando prazo de 30 dias para que o Município promova a transferência de todos os internos do CRERES (Casa de Recuperação e Reintegração Social) e em seguida fizesse a interdição do local (reveja aqui).
Em fevereiro deste ano a Prefeitura pediu mais 30 dias de prazo para adotar as medidas recomendadas pelo MPSP (reveja aqui), o que culminou agora com o fechamento do local.



 

 
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