Siga Mais

Publicidade

Cinema
Cocipa
goodU

Publicidade

UniFAI 1
Clinica Lu Applim

Siga Mais » Notícias » Cidades

Cidades

Réu confesso por morte de funileiro é absolvido em julgamento pelo Tribunal do Júri

17:42 atualizado: 03/07/2018 15:38

Réu confesso ficou 15 meses preso, aguardando julgamento que decidiu pela sua absolvição.

Por: Da Redação | Com informações do Jornal Diário do Oeste

http://www.sigamais.com/noticias/cidades/reu-confesso-por-morte-de-funileiro-e-absolvido-em-julgamento-pelo-tribunal-do-juri/ Réu confesso por morte de funileiro é absolvido em julgamento pelo Tribunal do Júri
O funileiro Giovano Costa foi morto com um golpe de tesoura de jardinagem. Réu confesso do crime estava preso há 15 meses e foi absolvido da acusação pelo Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum de Adamantina (Arquivo). O funileiro Giovano Costa foi morto com um golpe de tesoura de jardinagem. Réu confesso do crime estava preso há 15 meses e foi absolvido da acusação pelo Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum de Adamantina (Arquivo).

Ocorreu na última quarta-feira (20) a sessão de julgamento de G.B.S., de 20 anos, pelo Tribunal do Júri da Comarca de Adamantina, declarado réu confesso pelo assassinato o funileiro Giovano Costa, na época com 27 anos, morto com um único golpe de tesoura de jardinagem. O Júri composto por sete pessoas da comunidade.
O crime ocorreu em 13 de março do ano passado. No dia seguinte, G.B.S. se apresentou à Policia Civil de Adamantina, acompanhado de seu advogado, Alexandre Ramenzoni, onde confessou o crime (reveja). A autoridade policial conseguiu na Justiça a prisão preventiva do acusado, que desde então estava preso junto ao sistema penitenciário, onde aguardava julgamento.
Depois de 15 meses detido, G.B.S. foi designada a sessão do Tribunal do Júri, que ocorreu no Fórum local, onde o Ministério Público do Estado de São Paulo sustentou a acusação, pleiteando a condenação do réu. Em paralelo, o advogado de defesa, Alexandre Ramenzoni, sustentou a tese que ao final levou o Júri a se manifestar pela sua absolvição, cuja sentença final foi proclamada pelo representante do Poder Judiciário, que presidiu a sessão de julgamento. Com esse desfecho, G.B.S. foi absolvido da acusação de homicídio qualificado por motivo fútil.
Segundo escreveu o advogado Alexandre Ramenzoni em seu perfil no Facebook, o “Júri soberano considerou o privilégio da violenta emoção e por fim absolveu o réu dos termos da acusação”. A decisão do Júri foi soberana, sendo expedido pelo Poder Judiciário o mandado de soltura de G.B.S. Cabe ao Ministério Público recorrer da decisão.
Em declaração ao jornal Diário do Oeste, o advogado Alexandre Ramenzoni comemorou o resultado do julgamento. “É uma das maiores vitórias da minha carreira, onde atuo como advogado há 14 anos. Parabenizo a família e o réu pela vitória e agradeço pela confiança depositada no meu trabalho”, disse.

Relembre o caso

Na tarde do dia 13 de março de 2017 houve um encontro ocasional entre o G.B.S., sua namorada e a vítima, em uma oficina de motos, em Adamantina, quando o funileiro cumprimentou a namorada do rapaz, por serem amigos de infância. Essa situação teria irritado e provocado ciúmes em G.B.S.
Já no início da noite G.B.S. estava na casa de um amigo, no Parque do Sol, quando o funileiro passou pelo local, de moto. Houve uma provocação e iniciada uma discussão entre os dois.
No auge da discussão, G.B.S. pegou uma tesoura de jardinagem de grande porte, que estava sobre o muro, no local e atingiu o funileiro com um único golpe – fatal – fugindo em seguida, e se apresentando à Policia Civil no dia seguinte, acompanhado de seu advogado.

 
3 comentários, Clique aqui para comentar!

Comentários

Joao Leno

o Brasil faliu.... boa sorte pra quem não morrer nessa merda de país

Aline

E o advogadozinho orgulhoso do cliente assassino ter sido absolvido. Aiaiai

Naira Guedes

Esse caso é uma demonstração clara e vergonhosa da já falida justiça brasileira. Como alguém que tira a vida de outro por motivo torpe pode continuar à solta? Legítima defesa? Aonde que alguém usa uma tesoura de jardinagem para se defender de alguém desarmado? A não ser que considerem capacete uma arma, já que era a única coisa que a vítima tinha em mãos. Mas nunca vi ninguém morrer de capacetada.
Só resta agora o medo de viver em um país em que indivíduos como esse continuam livres mesmo após tirar a vida de um inocente.

 

Publicidade

goodU
Massa FM

Publicidade

Life FM
Diario