Mutirão supera expectativa e realiza 234 castrações gratuitas de cães e gatos em Adamantina
Ação ultrapassou as 200 vagas iniciais e reforçou o controle populacional de animais.
O município de Adamantina promoveu neste domingo (28) um mutirão gratuito de castração de cães e gatos que superou a expectativa inicial de atendimentos. Embora o cadastro tenha sido aberto para 200 animais, a ação foi ampliada e encerrou o dia com 234 procedimentos realizados no Recinto Poliesportivo, sendo 148 em gatos e 86 em cães.
As inscrições para o mutirão foram abertas no último dia 10 de junho e todas as vagas disponibilizadas foram preenchidas rapidamente, demonstrando a grande procura da população pelo serviço. Os procedimentos foram executados por médicos-veterinários e demais profissionais do Projeto IBEA, responsável pela realização das cirurgias.
Os atendimentos tiveram início às 8h, com os tutores comparecendo nos horários previamente agendados pela organização para levar os animais ao procedimento. A iniciativa integra as políticas de controle populacional de cães e gatos desenvolvidas em Adamantina, contribuindo também para a promoção da saúde animal, a prevenção do abandono e o incentivo à guarda responsável.
Vereador Daniel Fabri e deputado Ricardo França (Imagem: Siga Mais).
Voluntários do grupo Protetores Independentes ADT (Imagem: Siga Mais).
Mutirão teve execução pelo Projeto IBEA (Imagem: Siga Mais).
O mutirão foi viabilizado por meio da atuação do deputado estadual Ricardo França (Podemos) e do vereador Professor Daniel Fabri (Podemos), em parceria com a Prefeitura de Adamantina. Os dois parlamentares acompanharam os trabalhos durante todo o domingo no local.
Segundo o vereador Daniel Fabri, a castração é uma das principais ferramentas para reduzir a reprodução descontrolada de cães e gatos, diminuir os casos de abandono, prevenir maus-tratos e melhorar a qualidade de vida dos animais. Ele também agradeceu o apoio do deputado Ricardo França, reconhecido pela atuação em defesa da causa animal, e da administração municipal pela parceria que tornou possível a realização do mutirão.
Ao longo dos últimos anos, Ricardo França tem destinado recursos e apoiado programas de castração em diversos municípios paulistas, buscando ampliar o acesso da população a políticas públicas voltadas ao bem-estar animal.
Mutirão de castração realizado em Adamantina (Imagem: Siga Mais).
Mutirão de castração realizado em Adamantina (Imagem: Siga Mais).
Mutirão de castração realizado em Adamantina (Imagem: Siga Mais).
Além de impedir crias indesejadas, a castração auxilia na prevenção de diversas doenças, reduz comportamentos ligados ao período reprodutivo e contribui para diminuir o número de animais abandonados nas ruas, refletindo positivamente tanto no bem-estar dos pets quanto na saúde pública.
Por que programas de castração são importantes?
Programas públicos e comunitários de castração de cães e gatos são considerados uma das principais estratégias para o controle ético da população animal. Ao impedir a reprodução descontrolada, essas iniciativas contribuem para reduzir o número de animais abandonados nas ruas, diminuindo situações de fome, acidentes, maus-tratos e superlotação de abrigos.
Mutirão de castração realizado em Adamantina (Imagem: Siga Mais).
Mutirão de castração realizado em Adamantina (Imagem: Siga Mais).
Mutirão de castração realizado em Adamantina (Imagem: Siga Mais).
Os benefícios também alcançam a saúde dos próprios animais. A castração ajuda a prevenir doenças do aparelho reprodutor, como infecções uterinas e alguns tipos de câncer, além de reduzir comportamentos relacionados ao cio, como fugas, disputas entre machos e marcação de território.
Os reflexos positivos chegam ainda à saúde pública. Com menos animais em situação de abandono, diminuem os riscos de acidentes de trânsito, ataques e da disseminação de doenças transmitidas entre animais e seres humanos. Também há redução da pressão sobre os serviços públicos e as entidades de proteção animal, que frequentemente enfrentam dificuldades para acolher cães e gatos resgatados.
Especialistas destacam que a castração deve estar associada a ações de educação para a guarda responsável, identificação dos animais, vacinação e atendimento veterinário, formando um conjunto de políticas públicas capazes de promover o bem-estar animal e uma convivência mais equilibrada entre a população e seus animais de estimação.