Corpo do piloto de paramotor é velado nesta terça-feira (5) em Adamantina
Linha com cerol pode ter relação com a tragédia. Caso será investigado pelas autoridades.
O corpo de Adalberto Valdevino, de 54 anos, que morreu nesta segunda-feira (4) após a queda do paramotor que pilotava em Lucélia, começou a ser velado às 7h no Velório Jardim da Saudade Haddad – Sala Tulipa, com sepultamento previsto para 16h no Cemitério Municipal da Saudade.
Na conta do piloto no Instagram, uma frase vinculava a experiência de voar e liberdade. “Ser livre é ter asas para voar pra bem longe de tudo que te torna preso”. Morador em Adamantina, ele era policial penal aposentado e também realizava manutenções hidráulicas.
O grave acidente foi no final da tarde de ontem, por volta das 17h30. Adalberto realizava voo com o paramotor em Lucélia, quando o equipamento sofreu uma queda. O socorro ao piloto foi prestado pelo Corpo de Bombeiros de Adamantina.
Ele foi atendido em solo pelas equipes com parada cardiorrespiratória. Foram iniciadas imediatamente manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) e o homem foi socorrido até o pronto-socorro de Lucélia. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu após o atendimento.
Informações preliminares apontam que o acidente pode ter sido provocado pelo enrosco do paramotor em uma linha de pipa. Parte da estrutura do equipamento é formada por um paraquedas que dá sustentação à aeronave compacta.
O acidente será investigado pelas autoridades. A Polícia Militar prestou apoio na ocorrência e permaneceu responsável pela preservação da área. O caso foi apresentado ao plantão da Polícia Civil em Adamantina, que requisitou perícia técnica para apurar as causas e circunstâncias do acidente.
No domingo (3), um acidente com linha cortante tirou a vida de uma adolescente de 12 anos, em Álvares Machado, na região de Presidente Prudente. O caso é investigado pelas autoridades.