Crônicas Provincianas

Não vai fazer arte...

O lugar e a vizinhança, pela Rua Tamoto Matuoka, em Adamantina.

Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | barbosa.sebar@gmail.com Colunista
Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | barbosa.sebar@gmail.com
(Imagem: MabelAmber/Pixabay). (Imagem: MabelAmber/Pixabay).

“A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É uma questão de consciência...” (Mahatma Gandhi)

À Marta, dedico!

Nesta manhã de segunda-feira, ainda, tentando fugir disto e daquilo, resolvi encarar uma caminhada para esquentar o “coração” e tudo mais, resolvi fazer “uma arte” como a MARTA sempre diz aqui e ali, isso é, quando ela sabe que posso sair do esquema de sempre...

Mesmo assim, resolvi nesta caminhada sem mais e sem menos, descer a rua onde moramos desde janeiro de 2.008, ou seja, a RUA TAMOTO MATUOKA que tem início depois do cruzamento com a PADRE NÓBREGA, ainda, a nossa Rua é uma continuação de outra RUA, isso mesmo, a RUA EUCLIDES DA CUNHA...

Tais desencontros fazem parte da expansão provinciana em tempos de outrora, quanto tudo era por causa disto ou daquilo, portanto, além destas alterações nos nomes das ruas sem mais e sem menos, também, ocorrem outras coisas “esquisitas” nesta RUA TAMOTO MATUOKA...

Mas, votando nesta caminhada, confesso que fazia quase 3 anos que não descia e muito menos subia esta RUA mais do que especial, pois, além de ser uma via sossegada em todos os aspectos, a “nossa vizinhança” é mais do que especial quanto a isto ou aquilo...

Assim, resolvi continuar “fazendo arte” e descer a RUA até chegar lá embaixo, todavia, além de estar atento aos desencontros com o “equilíbrio” por causa dos problemas com a saúde, também, olhando aqui ou ali para outros olhares sobre um mesmo olhar...

Pra variar, encontrei alguns veículos do outro tempo que continuam rodando neste tempo novo tempo pelo caminho, portanto, tais registros estão presentes neste relato da caminhada e ponto quase final...

Alguns problemas continuam os mesmos do outro tempo com muitas folhas espalhadas da calçada nos fundos de um “Condomínio”, bem como, alguns descartes de móveis e outros, pra variar, algumas pessoas nunca atendem as recomendações quanto às datas agendas para o recolhimento...

O interessante nestes casos é que “parece” que tais desencontros ocorrem sempre nos mesmos lugares de sempre e assim “caminha da humanidade” em todas as áreas que envolvem o “ser humano”...

Como escrevi acima, depois de quase três anos sem descer ou subir a RUA TAMOTO MATUOKA deu pra perceber que continua a mesma de sempre e com muitas árvores nos dois lados, se bem que em algum ponto deram um jeito de fazer uma daquelas famosas “podas”...

Pode-se registrar que esta RUA cobre algumas quadras que de um jeito ou de outro aproximam os/as moradores/as para muitas conversas sobre tudo e todos e assim, cada qual busca seguir com a vida...

Finalizando, depois de chegar lá embaixo e olhar para trás, percebi que a volta não seria nada fácil, sendo assim, resolvi caminhar até o famoso BAR DO DIOGO e de longe olhar o “ATC”...

No mais em meio ao tudo de menos, teria que “juntar forças” para a caminhada de retorno para o número 47 que está localizado quase na esquina da TAMOTO MATUOKA com a PADRÉ NÓBREGA...

Até que não foi difícil este retorno com a “subidinha” da RUA e conseguir chegar sem maiores problemas para o meu lado, também, foram feitas algumas paradas para recuperar o “gás” do coração...

Foram quase 60 minutos nesta ida e vinda, talvez uns 1.000 metros de distância no total, entretanto, o importante é tentar pra sentir como está a “Máquina” e vamos que vamos, ainda, de um jeito ou de outro, ainda, sem mais e sem menos...

QUEM CONHECE A RUA TAMOTO MATUOKA VAI SABER DISTO E DAQUILO...

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