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Luceliense João Vaccari Neto foi condenado a 15 anos de reclusão na “Lava Jato”

João Vaccari foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Por: Da Redação | Com informações da Agência Brasil atualizado: 22 de setembro de 2015 | 17h35
João Vaccari foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa (Foto: Agência Brasil). João Vaccari foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa (Foto: Agência Brasil).

O juiz Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato na Justiça Federal, condenou dez pessoas por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras, informou a Agência Brasil. Entre elas estão o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, condenado a 15 anos e quatro meses de reclusão, e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, que recebeu pena de 20 anos e oito meses de reclusão. Ambos foram condenados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Joao Vaccari Neto é nascido em Lucélia, onde ainda residem seus familiares. Ele ingressou no Banespa aos 19 anos, como escriturário, e foi presidente do Sindicato dos Bancários. Assumiu interinamente a presidência em 1998, cargo para o qual foi eleito em 2000 e ocupou até 2004. É fundador do Partido dos Trabalhadores (PT), foi secretário de Relações Internacionais da Central Única dos Trabalhadores (CUT) – participou de sua fundação – e faz parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão criado pelo presidente Lula para discutir problemas e soluções para o país. Vaccari foi também presidente do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-econômicos (Dieese) de 1989 a 1990.

Outros condenados

Ainda de acordo com a Agência Brasil, pelos mesmos crimes, também foram condenados o ex-executivo da empresa Toyo Setal Augusto Ribeiro de Mendonça Neto (a 16 anos e oito meses de reclusão); o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro José Barusco Filho; Mario Frederico de Mendonça Goes (ambos condenados a 18 anos e quatro meses), apontado como operador do esquema; o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Gerin de Almeida Camargo (12 anos); o operador Adir Assad e os responsáveis por parte dos pagamentos de propina Sônia Mariza Branco e Dario Teixeira Alves Júnior (cada um dos três condenados a nove anos e dez meses de reclusão).
O doleiro Alberto Youssef foi condenado a nove anos e dois meses de reclusão. Na sentença, o juiz Sérgio Moro disse reconhecer a “continuidade delitiva” do acusado na prática dos crimes de lavagem de dinheiro.Essas condenações são decorrentes da ação penal que teve origem na décima fase da Lava Jato.

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