Cidades

Projeto Soul Feminina conquista 1º lugar no Prêmio #Rompa e destaca parceria com a FAI

Idealizado pela juíza Ruth Duarte Menegatti, o projeto vence a 3ª edição do Prêmio #Rompa – TJSP.

Por: Jesana Lima | Centro Universitário de Adamantina atualizado: 12 de dezembro de 2025 | 11h39
Juiza Ruth Menegatti ladeada pelo reitor da FAI Alexandre Teixeira e vice-reitor Wendel Soares na premiacao do ROMPA (Divulgacao). Juiza Ruth Menegatti ladeada pelo reitor da FAI Alexandre Teixeira e vice-reitor Wendel Soares na premiacao do ROMPA (Divulgacao).

O Projeto Soul Feminina, criado pela juíza de Direito da 3ª Vara da Comarca de Adamantina, conquistou o 1º lugar na categoria Magistrada/Magistrado do 3º Prêmio #Rompa – Ações de Combate à Violência de Gênero, promovido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) em parceria com a Associação Paulista de Magistrados (Apamagis).

Juíza Ruth Menegatti, idealizado do Soul Feminina (Divulgação).

O prêmio reconhece práticas bem-sucedidas desenvolvidas no Estado de São Paulo que tenham impacto comprovado no enfrentamento da violência contra mulheres, valorizando iniciativas inovadoras, replicáveis e de alto alcance social, implementadas entre 2024 e 2025.

O que é o Prêmio #Rompa

Criado em 2021, o Prêmio #Rompa integra uma campanha estadual voltada à prevenção do feminicídio e à ruptura do ciclo da violência. Na categoria Magistrada/Magistrado, são premiadas práticas lideradas por juízas, juízes, desembargadoras e desembargadores do TJSP, em parceria com profissionais e instituições que atuam no enfrentamento da violência de gênero.

Soul Feminina: impacto social, acolhimento e formação cidadã

O Soul Feminina nasceu do compromisso da magistrada com a defesa dos direitos das mulheres e o rompimento do ciclo da violência doméstica. O projeto reúne ações de acolhimento, orientação, prevenção, formação e construção de autonomia, conectando diferentes setores da comunidade.

Entre os grandes parceiros do projeto está o Centro Universitário de Adamantina (FAI), que incorporou o Soul Feminina como projeto de extensão institucional, potencializando sua atuação por meio do ensino, da pesquisa e da comunicação.

Representantes de Adamantina e região na solenidade em SP (Divulgação).

Coordenado na FAI pela Profa. Dra. Fernanda Butarello, o projeto conta com a participação ativa de estudantes e docentes, que desenvolvem estudos, materiais educativos, rodas de conversa, análises de casos e ações comunitárias. A iniciativa tornou-se também campo de formação cidadã e prática profissional para estudantes da instituição.

Em 2025, a presença da Divisão de Comunicação da FAI (DCOM) se intensificou, contribuindo para a produção de conteúdos, cobertura das atividades e realização do documentário oficial do Soul Feminina, que registra a trajetória e o impacto social da proposta.

FAI celebra a conquista e reafirma compromisso social

O reitor da FAI, Prof. Dr. Alexandre Teixeira de Souza, destacou o significado da premiação e o papel da universidade no fortalecimento de ações transformadoras: “O Soul Feminina é um projeto que honra a cidade de Adamantina e inspira o Estado de São Paulo. Ter a FAI como parceira significa ampliar o alcance social da iniciativa, formar estudantes conscientes e contribuir diretamente para a construção de uma sociedade mais justa. Parabenizamos a juíza idealizadora e todos os envolvidos pela conquista, que reconhece o valor humano, jurídico e comunitário deste trabalho”, destacou o reitor.

Reconhecimento que fortalece a rede de proteção às mulheres

Ao receber o prêmio, a magistrada ressaltou a importância da articulação interinstitucional: “O Soul Feminina é resultado da união de esforços. A FAI tem um papel essencial na formação, na produção de conhecimento e na visibilidade do projeto. Este prêmio reconhece não apenas uma iniciativa, mas uma rede de proteção que cresce a cada ano.”

A juíza e o reitor e vice-reitor da FAI (Divulgação).

A premiação coloca Adamantina em destaque no cenário estadual de enfrentamento à violência de gênero e reforça o impacto da colaboração entre o Poder Judiciário, instituições de ensino e sociedade civil.

A FAI reafirma que continuará contribuindo ativamente com o Soul Feminina, fortalecendo sua presença em projetos sociais, acadêmicos e comunitários que transformam realidades e promovem a defesa dos direitos das mulheres.

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