Cidades

Mulher atropelada na SP-294 é dada como morta pelo Samu, e reanimada pouco depois por socorrista

Vítima dada como morta foi reanimada por socorristas da concessionária Eixo SP.

Por: Da Redação | Com informações do G1 Bauru Marília atualizado: 21 de janeiro de 2026 | 16h22
Mulher atropelada foi declarada morta (Reproducao/Redes Sociais). Mulher atropelada foi declarada morta (Reproducao/Redes Sociais).

Uma mulher atropelada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru, foi declarada morta por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas acabou sendo reanimada minutos depois por um médico socorrista da concessionária responsável pela via. O caso ocorreu no domingo (18) e está sob investigação, segundo publicou o G1 Bauru e Marília.

De acordo com o boletim de ocorrência, após o atropelamento o Samu foi acionado e, ao chegar ao local, constatou o óbito da mulher, de 29 anos. Diante da declaração de morte, a rodovia foi interditada e o Instituto Médico Legal (IML) chegou a ser acionado para a remoção do corpo.

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Ainda segundo o registro policial, quando a Polícia Militar Rodoviária chegou à ocorrência, a equipe do Samu já havia deixado o local.

Veículo envolvido no atropelamento (Reprodução/Artesp).

Pouco depois, uma viatura de resgate da concessionária chegou ao local, quando um médico da equipe percebeu sinais respiratórios na vítima, que estava coberta por uma manta térmica sobre a pista. Forma realizados os procedimentos de reanimação na vítima, incluindo massagem cardíaca.

A mulher foi encaminhada em estado grave ao Pronto-Socorro Central de Bauru, sendo posteriormente transferida para o Hospital de Base de Bauru, onde permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

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O motorista envolvido relatou à polícia que a vítima atravessou a rodovia de forma repentina, o que teria impossibilitado qualquer manobra para evitar o atropelamento.

Em nota ao G1, a Prefeitura de Bauru informou que apura os fatos relacionados ao atendimento prestado pelo Samu. A direção do serviço abriu sindicância interna e afastou a médica que atestou o óbito. Já a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que o caso será investigado.

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