Polícia

Criança de 1 ano e 8 meses morre após afogamento em piscina em Presidente Prudente

Polícia Civil investiga circunstâncias do caso ocorrido em residência, na cidade.

Por: Da Redação atualizado: 12:33
(Imagem criada por IA/Siga Mais). (Imagem criada por IA/Siga Mais).

A Polícia Civil investiga a morte de uma criança de 1 ano e 8 meses de idade após um afogamento registrado na noite deste domingo (22), em uma residência localizada na zona leste de Presidente Prudente.

De acordo com as informações divulgadas em comunicado oficial, a ocorrência deste domingo foi registrada por volta das 18h36 como morte suspeita, inicialmente tratada como possível morte acidental.

Segundo o relato apresentado no boletim de ocorrência, a criança teria caído na piscina do imóvel. No momento do incidente, os pais não estariam próximos.

Após perceberem a situação, familiares prestaram socorro imediato e levaram a vítima a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) nas proximidades. Apesar dos esforços da equipe médica, a criança não resistiu.

A Polícia Civil informou que imagens das câmeras de segurança da residência foram entregues para análise. Também foram requisitados exames periciais ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico Legal (IML).

O caso será apurado por meio de inquérito policial, que deverá esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Dois casos em menos de uma semana na cidade

Na quarta-feira anterior (18), um menino de 3 anos morreu após se afogar em uma piscina residencial, também em Presidente Prudente.

A criança brincava na piscina da residência quando a responsável se ausentou por alguns instantes para buscar roupas. Ao retornar, encontrou a vítima submersa.

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Piscinas, baldes e caixas d’água exigem atenção redobrada de pais e responsáveis

Diante de casos recentes envolvendo afogamento de crianças, especialistas reforçam a importância de medidas simples, porém fundamentais, para prevenir acidentes dentro de casa. O afogamento é uma das principais causas de morte acidental na infância, especialmente entre crianças de até 5 anos — faixa etária em que poucos centímetros de água já representam risco.

Supervisão constante é a principal proteção

A recomendação mais importante é a vigilância permanente. Crianças pequenas nunca devem ficar sozinhas em ambientes com acesso à água, mesmo por poucos instantes.

Situações cotidianas, como atender o telefone, abrir o portão ou realizar tarefas domésticas, podem ser suficientes para que um acidente aconteça. O ideal é que sempre haja um adulto responsável exclusivamente pela supervisão da criança.

Atenção dentro e fora da piscina

Embora piscinas sejam os locais mais associados a afogamentos, outros recipientes também oferecem perigo. Baldes, bacias, banheiras, caixas d’água, cisternas e até vasos sanitários podem causar acidentes com crianças pequenas.

Entre as principais orientações estão:

  • Manter piscinas sempre cercadas, com portões e travas de segurança
  • Utilizar capas protetoras rígidas quando a piscina não estiver em uso
  • Esvaziar baldes, bacias e piscinas infláveis após o uso
  • Manter tampas de caixas d’água e cisternas bem vedadas
  • Evitar deixar recipientes com água ao alcance de crianças
  • Barreiras físicas salvam vidas
  • A instalação de cercas de proteção ao redor de piscinas é considerada uma das medidas mais eficazes. O ideal é que tenham altura mínima adequada e portões com fechamento automático e trava de segurança.
  • Alarmes e sensores também podem ser utilizados como recursos complementares, mas nunca substituem a supervisão de um adulto.

Ensino e prevenção desde cedo

Sempre que possível, é recomendável inserir a criança em aulas de adaptação ao meio líquido ou natação, respeitando a idade e orientação profissional. Ainda assim, especialistas alertam que saber nadar não elimina o risco de afogamento.

Além disso, pais e responsáveis devem evitar confiar em boias e dispositivos infláveis como medida de segurança, já que esses itens podem falhar.

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Saber agir em emergências

Outra orientação importante é que adultos aprendam noções básicas de primeiros socorros e reanimação cardiopulmonar (RCP). Em situações de afogamento, a rapidez no atendimento pode ser decisiva para salvar vidas.

Ambiente seguro é responsabilidade de todos

A prevenção de afogamentos exige atenção contínua e adaptações simples no ambiente doméstico. Pequenas mudanças de comportamento e medidas de segurança podem evitar tragédias e garantir mais proteção às crianças.

Especialistas reforçam que, quando se trata de água e infância, não há margem para descuido: todo cuidado é essencial.

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