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De Adamantina, Rodrigo Sanches participa de reportagem no Fantástico sobre idealização corporal

Reportagem destacou o medicamento Semaglutida, para diabetes, e usado para reduzir a obesidade.

Por: Da Redação atualizado: 16:16
Rodrigo Daniel Sanches (Reprodu??o/Fant?stico). Rodrigo Daniel Sanches (Reprodu??o/Fant?stico).

O adamantinense Rodrigo Daniel Sanches, doutor em psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP), participou neste domingo (4) de reportagem especial do Fantástico (Globo). Hoje ele reside e atua em São Paulo.

O centro da pauta foi o medicamento Semaglutida, que veio da Dinamarca e começou a ser vendido em 2019, no Brasil, para tratar diabetes tipo 2. Posteriormente, passou a ser utilizado pelos médicos também para tratar obesidade. “Domingo, no Fantástico, o medicamento injetável que vem transformando o tratamento para obesidade, e virou febre nas redes sociais”, anunciou o programa, ao divulgar um dos principais destaques da sua programação. ASSISTA AQUI.

Dr. Rodrigo se tornou um estudioso sobre idealização corporal, e tem contribuído para o debate sobre a imagem do corpo feminino na mídia e suas implicações na saúde. Conforme seu perfil no Linkedin, é professor universitário, consultor científico do Conselho Regional de Nutricionistas da 3 Região - CRN3-SP/MS e conferencista em eventos científicos de comunicação, nutrição, transtornos alimentares, entre outros. Ele iniciou sua graduação em comunicação no Centro Universitário de Adamantina.

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No sábado (3) ele postou em suas redes sociais que participaria do programa dominical, onde falaria sobre a busca pela idealização corporal, tema que se dedica há 10 anos, iniciado no seu doutorado em psicologia na USP. “Depois de tantos eventos, palestras, artigos científicos, livros e capítulos de livros sobre o tema, tenho a oportunidade de falar para um grande público”, postou. “Até que ponto estamos dispostos a usar dispositivos (dietas, cirurgias e procedimentos estéticos, remédios, entre outros) na busca por um corpo idealizado pela indústria das dietas, beleza e boa forma?”, questionou o especialista convidado, na sua publicação.

Em sua participação Dr. Rodrigo pontuou que na década de 1910, conforme mapeado em sua pesquisa, ocorreram fenômenos culturais, econômicos e sociais relacionados às mulheres, e remodela-las surgia como algo extremamente rentável. “Então começa ali um processo de criação de padrões”, apontou.

(Reprodução/Fantástico). 

A forte presença de corpos sarados, em forma, nas redes sociais, cria uma rotulação e interfere no comportamento de muitas pessoas, que se veem influenciadas a reproduzir esses padrões, e passam a atuar sobre o próprio corpo. “A mulher emagrece no ambiente das redes sociais, mas também no ambiente real ela é enaltecida. Olha, você emagreceu, como você está bonita”, exemplificou Dr. Rodrigo. “Magreza atrelada, a sucesso, alegria, felicidade, jovialidade, sensualidade. É claro que eu quero ter aquele padrão também”, observa.

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Ao final de sua participação na reportagem o especialista apontou riscos objetivos dessa idealização corporal. “Estamos criando uma massa de mulheres insatisfeitas com o próprio corpo. Isso tem riscos, como os transtornos alimentares, depressão, ansiedade entre tantos outros”, alertou. “É claro que a pressão recai exatamente sobre o diferente. O que o padrão faz? Ele silencia o diferente. Muitas vezes ele ridiculariza o diferente”, finalizou.  

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