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Clínica Bosso reúne fisioterapia e nutrição com atendimento personalizado em Adamantina

Espaço integra cuidados com dor, reabilitação e alimentação com foco individualizado.

Por: Especial Publicitário | Redação: Acácio Rocha atualizado: 15:16
A nutricionista Naiara Langher e a fisioterapeuta Alana Bosso (Foto: Siga Mais). A nutricionista Naiara Langher e a fisioterapeuta Alana Bosso (Foto: Siga Mais).

Localizada na Rua General Isidoro, 935, em Adamantina, nas proximidades da Igreja Nossa Senhora de Fátima, a Clínica Bosso se apresenta como um espaço voltado ao cuidado integral da saúde, reunindo atendimentos nas áreas de fisioterapia e nutrição. À frente do trabalho estão duas profissionais que compartilham uma mesma filosofia: oferecer atendimento individualizado, considerando as particularidades de cada paciente.

A clínica conta com os serviços da fisioterapeuta Alana Bosso e da nutricionista Naiara Langher, que atuam de forma complementar, promovendo qualidade de vida, reabilitação e bem-estar. Assista conteúdo especial.

Com a união entre fisioterapia e nutrição, a Clínica Bosso se posiciona como um espaço de cuidado integral, onde o paciente é visto de forma completa, considerando aspectos físicos, funcionais e alimentares. A proposta, segundo as profissionais, é oferecer um atendimento humanizado, técnico e personalizado, contribuindo para a melhoria da saúde e da qualidade de vida da população de Adamantina e região. 

Fisioterapia com abordagem integrada e foco na dor

A fisioterapeuta Alana Bosso construiu sua atuação com base na busca constante por aperfeiçoamento. Entre os serviços oferecidos estão quiropraxia, liberação miofascial, ventosaterapia, acupuntura e atendimentos voltados ao pós-operatório. “Fiz vários cursos onde me aprofundei para entender melhor a dor das pessoas e conseguir resolver da melhor forma possível”, explica.

A profissional tem como principal área de atuação a quiropraxia, técnica voltada ao diagnóstico, tratamento e prevenção de disfunções do sistema musculoesquelético, especialmente da coluna vertebral e das articulações. Por meio de ajustes manuais precisos — conhecidos popularmente como o “estralar” —, a quiropraxia busca restaurar o alinhamento articular, melhorar a mobilidade e reduzir dores e tensões.

Alana reforça que o procedimento é seguro e não causa dor, apesar de ainda existir receio por parte de alguns pacientes. “O famoso ‘estralar’ assusta, mas é um movimento seguro, controlado e extremamente técnico. Além de não causar dor, muitos pacientes relatam sensação de alívio imediato e relaxamento”, afirma.

Fisioterapeuta Alana Bosso (Foto: Siga Mais).

Outra técnica amplamente utilizada na clínica é a liberação miofascial, que atua diretamente sobre a fáscia — tecido que envolve músculos, nervos e articulações. Quando esse tecido está rígido ou com pontos de tensão, pode gerar dor, limitação de movimento e desconforto. “A liberação miofascial é uma combinação de técnicas. A gente pode usar terapia manual, ventosa, acupuntura e outros recursos para soltar essas tensões. Isso melhora a mobilidade, diminui a dor e ajuda até no desempenho de quem pratica atividade física”, destaca.

Segundo a fisioterapeuta, a técnica é indicada tanto para quem sofre com dores crônicas quanto para pessoas fisicamente ativas. Além de auxiliar no alívio de dores, também contribui para ganho de mobilidade, prevenção de lesões e melhora da recuperação muscular.

As principais queixas atendidas envolvem dores no ombro, nas costas, dores de cabeça e problemas relacionados à articulação temporomandibular (ATM). Também são frequentes os casos associados ao uso prolongado do computador, como dores em braços e punhos. “Cada atendimento é individualizado. Às vezes a pessoa chega com dor no ombro, mas a origem pode estar em outra região do corpo. Por isso, é fundamental avaliar o paciente como um todo para tratar a causa e não apenas o sintoma”, explica.

Nutrição personalizada para diferentes fases da vida

Na área de nutrição, Naiara Langher também adota como base o atendimento individualizado, buscando fugir de modelos prontos e padronizados. “Eu percebi que muitas vezes a nutrição era engessada, com dietas de gaveta. Cada paciente tem sua rotina, suas preferências e necessidades. O que funciona para um, não funciona para outro”, explica.

O atendimento começa com uma anamnese completa, onde são levantadas informações sobre histórico de saúde, uso de medicamentos e hábitos do paciente. Em seguida, é realizada a avaliação física, com uso de adipômetro e fita métrica, com resultados imediatos. “Se necessário, também solicitamos exames. O paciente recebe um questionário alimentar e já sai com um plano alimentar personalizado, de acordo com sua rotina e seus objetivos”, destaca.

A nutricionista atua em diferentes áreas, com destaque para nutrição esportiva e acompanhamento de pacientes com obesidade — condição reconhecida como doença crônica e que exige abordagem contínua.

Nutricionista Naiara Langher (Foto: Siga Mais).

Nesse contexto, Naiara chama atenção para o crescimento do uso de medicamentos injetáveis para emagrecimento, como os à base de tirzepatida, e reforça que o acompanhamento nutricional é peça fundamental para a segurança e eficácia do tratamento. “O uso das chamadas canetas emagrecedoras precisa estar associado a uma mudança de comportamento alimentar. Sem isso, o paciente pode até perder peso no início, mas terá dificuldade em manter os resultados ou pode sofrer com efeitos como perda de massa muscular e efeito rebote”, explica.

Segundo ela, o nutricionista atua na adequação da ingestão de nutrientes, garantindo que o organismo receba o suporte necessário mesmo com a redução do apetite provocada pelos medicamentos.

Além disso, o acompanhamento profissional ajuda o paciente a desenvolver autonomia alimentar ao longo do processo. “O objetivo não é só emagrecer, mas ensinar o paciente a se alimentar melhor, para que ele consiga manter os resultados mesmo após a suspensão do medicamento”, afirma.