Ensino

Alunos de agronomia da FAI vivenciam na prática a cadeia produtiva do café em Adamantina

Visita abordou desde o manejo no campo até o processamento industrial dos grãos.

Por: José Carlos Cavichioli | Revisão de Priscila Caldeira atualizado: 14:07
Estudantes na empresa cafeeira em Adamantina (Gustavo Amaral/FAI). Estudantes na empresa cafeeira em Adamantina (Gustavo Amaral/FAI).

No último dia 7, cerca de 70 pessoas, entre alunos do 1º termo de agronomia do Centro Universitário de Adamantina (FAI) e professores, participaram de uma imersão prática na cadeia produtiva do café. O grupo realizou uma visita técnica à Cafeicultura Eldorado (Café Treviolo), situadas no Bairro do Pavão, em Adamantina. A iniciativa, organizada pela coordenação do curso com o apoio das pró-reitorias de Ensino e de Extensão, teve como objetivo aproximar os futuros engenheiros agrônomos da realidade do agronegócio regional.

Atividades complementam a base teórica vista em sala de aula  (Gustavo Amaral/FAI).

Acompanhados pelo coordenador do curso, Prof. Dr. José Carlos Cavichioli, e pelo professor Paulo Sérgio da Silva, os estudantes foram recepcionados pelo sócio-proprietário das empresas, Edson Frasson Teixeira, e pelo engenheiro agrônomo João Paulo Figueiredo.

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Durante a abertura, os estudantes conheceram o histórico da empresa, que se destaca na produção e industrialização de café espresso, e a importância socioeconômica da cultura. O agrônomo João Paulo detalhou o uso estratégico do café da espécie robusta na formulação de blends, explicando que, apesar da dificuldade de cultivo na região da Alta Paulista, o grão é essencial para agregar corpo, intensidade e uma crema espessa à bebida.

Do campo à indústria

A visita permitiu que os alunos acompanhassem o caminho do café do início ao fim. Na etapa industrial, o grupo visualizou de perto as fases de recepção dos grãos, limpeza, armazenamento em silos, torra e empacotamento. O controle rigoroso de tempo e temperatura durante o processo de torra foi destacado como um dos fatores determinantes para a extração de uma bebida equilibrada, doce e com a coloração caramelo exigida pelo mercado.

Atividades complementam a base teórica vista em sala de aula  (Gustavo Amaral/FAI).

Já na etapa de campo, o foco esteve nos tratos culturais. Os alunos puderam comparar as lavouras de café arábica e robusta, observando as diferenças morfológicas e os sistemas de condução de cada espécie. Os profissionais abordaram práticas como poda, adubação e o manejo integrado de pragas e doenças, reforçando que a qualidade do produto final começa no plantio.

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O roteiro incluiu ainda a apresentação do projeto de produção de mudas de café robusta da Cafeicultura Eldorado. O viveiro desenvolve cultivares adaptadas ao clima da Alta Paulista, destinadas tanto ao abastecimento interno da propriedade quanto à comercialização para produtores da região que desejam iniciar ou expandir a cultura.

Atividades complementam a base teórica vista em sala de aula  (Gustavo Amaral/FAI).

Para a coordenação de agronomia da FAI, atividades extraclasses como esta são indispensáveis para a formação acadêmica. Elas complementam a base teórica vista em sala de aula, permitindo que os estudantes compreendam de forma palpável a tecnologia e os processos envolvidos nas diferentes etapas de uma cadeia produtiva de alto valor agregado.

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