Cidades

Presidente Prudente: ventos derrubam terminal urbano que custou R$ 800 mil

Estrutura foi destruída pelos fortes ventos que atingiram a cidade na tarde desta segunda-feira.

Por: Rogério Mative | Portal Prudentino atualizado: 29 de outubro de 2019 | 16h41
Diferentemente do terminal da zona sul, equipamento da zona oeste não contava com reforço nos postes de sustentação da estrutura (Foto: Reprodução/Prudente Imprudente). Diferentemente do terminal da zona sul, equipamento da zona oeste não contava com reforço nos postes de sustentação da estrutura (Foto: Reprodução/Prudente Imprudente).

Inaugurado em dezembro de 2016 e em operação desde março deste ano para atender uma única linha, o terminal urbano da zona oeste teve sua cobertura derrubada pelos ventos que atingiram Presidente Prudente na tarde desta segunda-feira (28). Ninguém se feriu.

Os ventos de aproximadamente 80 Km/h entortaram os postes de sustentação da cobertura, que tombou. A estrutura também ficou sem metade das telhas, que ficaram despedaçadas com as fortes rajadas.

Em funcionamento desde março, o terminal atende a apenas uma linha: a 124, que faz o trajeto do Residencial Maré Mansa ao Jardim Itatiaia, sendo atendida por dois ônibus. Segundo o Corpo de Bombeiros, ninguém se feriu.

Entregue há três anos, o equipamento público custou exatos R$ 800 mil e foi erguido por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) do Governo Federal. Parte do Projeto de Mobilidade Urbana, o terminal está localizado na Rodovia Arthur Boigues Filho, próximo ao Sindicato dos Bancários, e segue praticamente inutilizado pelos usuários do transporte coletivo. (Continua após a publicidade...)

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Acionou a empresa

De acordo com a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), a empresa responsável pela obra foi notificada do ocorrido e enviará representantes até segunda-feira (4) para avaliar os danos e iniciar os reparos em toda a cobertura.

Diferentemente do terminal da zona sul, que também foi alvo de depredação e de vendaval, o equipamento da zona oeste não contava com reforço nos postes de sustentação da estrutura metálica.

Questionada sobre custos aos cofres públicos, a Secom diz que todo o reparo será de responsabilidade da empresa que executou a obra.

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