Crônicas Provincianas

Alguns desencontros na Província neste tempo novo tempo...

As conversas sobre o passado neste presente com um futuro mais do que incerto.

Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | barbosa.sebar@gmail.com Colunista
Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | barbosa.sebar@gmail.com
Praça Hélio Micheloni, no centro de Adamantina (Foto: Acácio Rocha). Praça Hélio Micheloni, no centro de Adamantina (Foto: Acácio Rocha).

“Se ao lado da biblioteca houver um jardim, nada faltará.” (Cícero)

Para JUREMA (rip) e ANDRÉ VEIGA (in memoriam), dedico!

Faz dois anos, ainda, antes da PANDEMIA, saindo da Clínica de Fisioterapia próxima da Escola Fleurides, também conhecida como “da Daniela” e caminhando até a BIBLIOTECA MUNICIPAL para uma visita para uma amiga dos bons e velhos tempos de Província, ou seja, a JUREMA (in memoriam)...

Antes de entrar na BIBLIOTECA, resolvi fazer umas fotos via celular da PRAÇA alguns desencontros com o tempo do tempo, além do mais, as árvores e flores deste local possibilitam um visual mais do que interessante para aqueles “olhares” que estão sempre em busca do outro lado disto ou daquilo...

Foram momentos mais do que interessantes nestas idas e vindas pela PRAÇA, ao mesmo tempo, observando os detalhes do local, por exemplo, aquelas colunas de “ferro” nas respectivas entradas do lugar com muitas flores para fazer a diferença em terras provincianas...

Lembro que antes de acontecer o que aconteceu do meu lado, sempre que estava na área central e próxima da PRAÇA, fazia questão de andar pelo local, quase sempre, na espera do almoço no restaurante TEMPERO MANEIRO, depois, TEMPERO CASEIRO, quando tive muitos desencontros com um amigo que partiu para o outro tempo do tempo no ano passado, o ANDRÉ VEIGA (in memoriam)...

Mas, além da visita pra JUREMA naquela data, também, lembrando que o PASSARINHO, o maior contador de estórias por meio de Histórias da região estava de férias, portanto, não foi possível “bater um papo descontraído” entre um JORNALISTA DIPLOMADO  que pensa que escreve isto e aquilo com aquele que realmente sabe das coisas do outro tempo para este tempo novo tempo...

Tais divagações são necessárias para que essas pessoas e o local possam estar em sintonia com tudo e todos, também, depois de muitas conversas sobre o passado neste presente com um futuro mais do que incerto para todos/as com a JUREMA (in memoriam), lembrei que a MARTA estava querendo ler um dos clássicos da Literatura Brasileira, a saber, ÉRAMOS SEIS da MARIA JOSÉ DUPRÉ...

Aproveitando a oportunidade, também, lembrei que estava faz algum tempo, reler um outro clássico “INFANTO JUVENIL” e da famosa COLEÇÃO MELHORAMENTOS que estava martelando a minha cabeça provinciana, ou seja, ROSINHA, MINHA CANOA de JOSÉ MAURO DE VASCNONCELOS...

Os dois títulos estavam disponíveis e foram retirados em nome da MARTA, tendo em vista que a mesma possui registro na BIBLIOTECA como leitora, deve-se registrar, como sempre, o atendimento especial para quem procura este ou aquele livro na BIBLIOTECA MUNICIPAL em tempo de “internet e google”...

Talvez em outro texto resolva escrever sobre o Livro ROSINHA, MINHA CANOA, considerando que a leitura está finalizada, além do mais ou de menos, o autor JMV escrevia seus livros com aquela maestria de contador de muitas estórias para todos os públicos...

QUEM CONHECE VAI SABER...

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