Saúde

Seade: Adamantina tem mortalidade infantil de 5,4 para mil nascidos vivos

Números foram divulgados ontem (16) pela Fundação Seade.

Por: Da Redação (Com informações do Portal G1/Presidente Prudente) atualizado: 21 de dezembro de 2015 | 09h53
Seade: Adamantina tem mortalidade infantil de 5,4 para mil nascidos vivos (Foto: Ilustração). Seade: Adamantina tem mortalidade infantil de 5,4 para mil nascidos vivos (Foto: Ilustração).

Em 2014, no Estado de São Paulo, 153 municípios n o registraram nenhum óbito infantil, o que corresponde a 24% do total dos municípios. Desse total, 23 cidades estão na região de Presidente Prudente, diz levantamento feito pelo Portal G1, a partir de dados divulgados ontem (16) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).
De acordo com o levantamento do G1, outros 150 municípios paulistas registraram Taxa de Mortalidade Infantil (TMI) de apenas um dígito, o que resulta em 47%.
Sobre este dado, a região de Presidente Prudente tem oito cidades. Já os maiores números foram registrados em São João do Pau D'Alho (45,5), Mariápolis (42,6) e Caiuá(42,6).
No caso de Adamantina, o índice de da Fundação Seade é de 5,4 para mil nascidos vivos. Dracena registrou 18,6 e Osvaldo Cruz 11,8.
Porém, segundo o G1, a Fundação Seade esclarece que a maior variabilidade nas taxas, em alguns municípios, “pode decorrer do número reduzido de nascidos vivos e óbitos de menores de um ano, ocorridos em cada período considerado”.
Ainda de acordo com o G1, a Seade apontou que os resultados mostram que, apesar da redução considerável ocorrida nos últimos anos, as taxas de mortalidade infantil podem diminuir ainda mais num futuro próximo. “Em vista da alta concentração de óbitos existente nos primeiros dias de vida, há que se aprimorar o atendimento voltado ao pré-natal e às condições do parto”, explicou.

Região de Prudente

O levantamento do G1 mostra também que a A Região Administrativa de Presidente Prudente é a quarta no Estado de São Paulo com a menor taxa de mortalidade infantil. Em 2014, segundo a Seade, foram 10,98 crianças mortas de até um ano de idade a cada mil nascidas vivas no Oeste Paulista.
Com esse resultado – diz o G1 – das 15 Regiões Administrativas (RAs) do Estado, a RA de Presidente Prudente fica atrás somente das RAs de São José do Rio Preto (9,6), de Franca (10,47) e de Campinas (10,53). Porém, a taxa do Oeste Paulista ainda é menor do que as médias estadual, que ficou em 11,43, e nacional, em 14,4.
Ainda sobre a RA de Presidente Prudente, nos últimos 14 anos, a taxa de mortalidade infantil caiu 37,68%, segundo a Seade. Em 2000, o índice era de 17,62. Em 2010, a taxa caiu para 11,55 e, depois, passou para 10,84, em 2013. Entretanto, a queda teve interrupção em 2014, quando a taxa de mortalidade registrou uma pequena elevação para 10,98, o que gera aumento de 1,29%.
Segundo a Fundação Seade, a taxa de mortalidade infantil continua a ser um dos indicadores mais utilizados para aferir as condições de saúde da população, especialmente das crianças.
"No Estado de São Paulo, para o cálculo desse indicador, a Fundação Seade realiza pesquisa contínua junto aos Cartórios de Registro Civil de todos os municípios paulistas, levantando os registros de nascidos vivos e de óbitos ocorridos a cada ano", explicou o órgão.

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