Saúde

FAI desenvolve projeto que promove saúde e qualidade de vida a mulheres pós câncer de mama

Iniciativa é coordenada pela Prof.ª Dra. Juliana Felipe, docente do curso de educação física.

Por: Jéssica Nakadaira | Centro Universitário de Adamantina
Atualmente, projeto acompanha oito mulheres (Acervo Pessoal). Atualmente, projeto acompanha oito mulheres (Acervo Pessoal).

O projeto de extensão “Saúde e qualidade de vida para mulheres pós câncer de mama”, desenvolvido pelo Centro Universitário de Adamantina (FAI), vem transformando a rotina e o bem-estar de participantes que enfrentaram a doença e agora se dedicam à recuperação física e emocional. A iniciativa é coordenada pela Prof.ª Dra. Juliana Felipe, docente do curso de educação física, e é realizada em parceria com a Rede de Combate ao Câncer.

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Após articulações, muitos estudos e preparação da equipe, Juliana realizou o primeiro recrutamento de mulheres, divulgou a proposta e iniciou as atividades na academia da FAI, no Campus III, onde o grupo se reúne semanalmente com o apoio de alunas voluntárias do curso.

(Acervo Pessoal).(Acervo Pessoal).(Acervo Pessoal).(Acervo Pessoal).(Acervo Pessoal).

Antes do início das ações, todas as participantes passaram por uma avaliação completa, que analisou capacidade funcional, nível de sedentarismo, mobilidade e condições gerais de saúde. Atualmente, o projeto acompanha oito mulheres, oferecendo exercícios supervisionados, orientações de saúde e suporte contínuo — um trabalho que já soma dois meses de execução.

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Segundo a coordenadora, a proposta tem um impacto direto na qualidade de vida das participantes. “Convidamos mulheres que já receberam o diagnóstico de câncer de mama, passaram pelo tratamento e estão liberadas para a prática de exercícios físicos a participarem do projeto. Nosso objetivo é, especialmente para aquelas que utilizam hormonioterapia, ajudar a amenizar sintomas como perda de capacidade funcional, diminuição da mobilidade, aumento de gordura corporal, redução da massa magra e a fadiga. O exercício orientado faz diferença real na recuperação e no bem-estar dessas mulheres”, destaca a Prof.ª Dra. Juliana Felipe.

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