Saúde

Após suspeitas e exames, saúde descarta caso de microcefalia em Flórida Paulista

Autoridades de saúde se mobilizaram para investigar o caso, que foi negativo para microcefalia.

Por: Da Redação atualizado: 9 de fevereiro de 2016 | 16h24
Autoridades de saúde se mobilizaram para investigar o caso, que foi negativo para microcefalia de recém-nascido em Flórida Paulista (Foto: Arquivo). Autoridades de saúde se mobilizaram para investigar o caso, que foi negativo para microcefalia de recém-nascido em Flórida Paulista (Foto: Arquivo).

Um caso de recém-nascido com suspeita de microcefalia foi investigado pelas autoridades de saúde, em Flórida Paulista. E para alívio das autoridades locais e dos familiares da criança, a hipótese foi descartada após a realização dos exames, segundo confirmado pela Secretária Municipal de Saúde, Oneide Rodrigues da Silva.
Todavia, o caso chamou a atenção das autoridades de saúde, mobilizando rapidamente os agentes locais e os órgãos envolvidos em casos dessa natureza, junto à Divisão Regional de Saúde de Marília (DRS), com a conclusão final negativa para microcefalia.
A suspeita se deu em razão do perímetro cefálico do bebê, exigindo o monitoramento. A criança nasceu prematura e talvez essa condição tenha despertado a atenção dos profissionais da saúde, que decidiram por proceder a investigação.
Caso a avaliação final fosse positiva para microcefalia, novos exames seriam realizados para tentar identificar alguma relação com o zika vírus.

Zika vírus

A transmissão da doença, assim como a dengue, ocorre por meio da picada do mosquito Aedes aegypti. A doença causa febre baixa, manchas no corpo, coceira e vermelhidão nos olhos. Embora mais brandos do que em outras doenças, os sintomas podem ser confundidos com dengue, febre chikungunya e sarampo.
No caso da vítima infectada pelo vírus zica ser uma mulher grávida, os reflexos podem atingir o bebê, causando microcefalia, caracterizada quando o tamanho de sua cabeça é igual ou menor a 32 centímetros. O crânio padrão de um bebê tem em torno de 33 a 37 centímetros.
No interior paulista, o primeiro caso de zika vírus aconteceu em Bauru, no mês passado, e confirmado dia 26 de janeiro pelas autoridades de saúde daquela cidade.
De acordo com o Secretário Municipal de Saúde de Bauru, Fernando Monti, esse também é o primeiro caso autóctone - contraído na própria cidade - registrado em gestante no estado de São Paulo. A paciente tem 32 anos. Essa é a terceira gestação da vítima, estando na sua 21ª semana gestacional.

 

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