Assembleia deve declarar perda de mandato de Mauro Bragato
Mauro Bragato foi condenado por improbidade administrativa, em compras públicas.
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo informou que vai acatar a decisão da Justiça que determina a perda do mandato do deputado estadual Mauro Bragato (PSDB), condenado em ação de improbidade administrativa em licitação, no período em que foi prefeito do município de Presidente Prudente, de 1997 a 2000.
Entre as punições determinadas pela Justiça, está a perda de direitos políticos e do mandato de deputado. Com a saída de Bragato, assume o suplente João Caramez, também do PSDB.
Bragato foi condenado em ação de improbidade administrativa por supostamente fraudar compra de leite no período em que foi prefeito do município de Presidente Prudente, de 1997 a 2000. Entre as punições aplicadas ao tucano está a perda de direitos políticos e do mandato de deputado.
Em resposta à solicitação do SIGA MAIS, a assessoria de imprensa da Assembleia Legislativa informou que a Mesa Diretora da Casa já recebeu a notificação judicial e está tomando as providências para a declaração da perda de mandato do deputado Mauro Bragato.
Oitavo mandato parlamentar
Mauro Bragato está no seu oitavo mandato. Assumiu cadeira na Assembleia Legislativa pela primeira vez em 1979, reelegendo para mais quatro mandatos sucessivos, até 1996, quando disputou as eleições municipais e foi eleito prefeito de Presidente Prudente (1997/2000). Em 2003 foi nomeado secretário-adjunto da Habitação do Estado de São Paulo, e nomeado secretário titular na mesma pasta, no ano seguinte. Em 2005 voltou a disputar uma cadeira na Assembleia, sendo novamente eleito, chegando hoje ao seu oitavo mandato parlamentar.
Atuação política por Adamantina
A atuação de Mauro Bragato em favor de Adamantina sempre foi reconhecida e destacada, com atividade parlamentar em todas as áreas da administração pública, intermediando o diálogo governamental dos prefeitos locais com o governo de São Paulo. Teve importante atuação na recente conquista do curso de medicina para a FAI e na viabilização da FATEC, uma costura iniciada em 2007, anunciada em 2011, e que, por inércia da gestão do prefeito Ivo Santos, iniciada em 2013, não saiu do papel.