Polícia

Soldado da 2° Cia PM, que atua em Mariápolis, conclui 42 km da Maratona Internacional de São Paulo

Superação: policial conta como foi sua preparação e sua atuação nos 42 km do percurso.

Por: Da Redação atualizado: 4 de abril de 2023 | 14h41
Soldado PM José Henrique Ferreira e a medalha da Maratona Internacional de São Paulo (Cedida/PM). Soldado PM José Henrique Ferreira e a medalha da Maratona Internacional de São Paulo (Cedida/PM).

O soldado PM José Henrique Ferreira, que integra o efetivo da 2ª Companhia da Polícia Militar de Adamantina, e que atua no policiamento em Mariápolis, participou neste domingo (2) da 27ª Maratona Internacional de São Paulo, realizada na capital paulista. A competição de atletismo reuniu participantes de diversas partes do mundo, inclusive competidores de elite.

Policial atleta se preparou para a prova (Cedida/PM).

A participação do policial atleta na competição internacional foi noticiada pelo setor de comunicação social do 25º Batalhão da PM. Essa foi a primeira maratona que participou. Ele  concluiu o percurso de 42 km em um tempo de 3h18.  

Soldado Ferreira atua em Mariápolis (Cedida/PM).

Conforme o Batalhão, em meio aos afazeres da vida diária e seu trabalho policial, ele se preparou correndo quatro dias por semana, alternando entre sessões de fortalecimento muscular. Essa fase preparatória durou 19 semanas, e chegou a correr 80 km semanais.

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A nota do 25ºª Batalhão traz o relato pessoal do policial sobre sua participação na prova. "Do quilômetro um ao quilômetro 32 estava rodando bem, estava focado, mas no quilômetro 33 fiquei bem fraco, cheguei a me questionar o que eu estava fazendo ali, tentei focar e lembrei dos dias difíceis de treino, das manhãs que acordei à cinco horas para correr no sol e na chuva, aquele era o momento da coroação dos meus treinos e nada poderia me parar, recuperei as forças e segui em frente", conta.

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Conquista da medalha representa superação (Cedida/PM).

O policial dividiu alguns ensinamentos que usou para concluir a prova. "Em um costume que muitos fazem que é guardar os últimos cinco quilômetros para lembrar das pessoas importantes que fizeram parte do processo, eu só conseguia pensar em minha esposa e filho. Eles também têm parte nessa jornada, afinal por quantos momentos eu deixei de estar ao lado deles para poder treinar. Consegui cruzar a linha de chegada em uma chamada de vídeo com a minha esposa, ela não pode estar lá pessoalmente mas foi emocionante, um momento mágico”, descreveu, conforme relata a nota do Batalhão. “Treinar para uma maratona requer muita dedicação e disciplina, deve-se manter a constância nos treinamentos e dentro da limitação física de cada um é possível. Basta acreditar e respeitar o processo”, encerra.

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