PM prende rapaz de 22 anos acusado de agredir a própria mãe em Pacaembu
Mulher relatou ter sido agredida com socos, chutes e empurrões. Autor ficou preso.
Um jovem de 22 anos foi preso em flagrante na noite desta sexta-feira (16) por agressão à própria mãe, em Pacaembu. A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar, após acionamento de populares ao 190, inicialmente classificada como violência doméstica.
Segundo a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento pela cidade quando foi chamada por volta das 21h45 para atendimento da ocorrência. No local, a vítima, uma mulher de 43 anos, foi encontrada na área externa da residência, visivelmente abalada. Ela relatou aos policiais que havia sido agredida fisicamente pelo filho, com socos, chutes e empurrões.
Os policiais entraram no imóvel e localizaram o autor ainda na residência. Diante da situação de flagrante delito e da gravidade dos fatos, foi dada voz de prisão ao jovem.
Autor e vítima foram conduzidos ao Plantão da Polícia Civil, onde a ocorrência foi registrada como violência doméstica e familiar contra a mulher. O agressor permaneceu preso, à disposição da Justiça, para a audiência de custódia.
Violência doméstica: denunciar salva vidas
Casos de violência doméstica, especialmente contra a mulher, precisam ser denunciados o quanto antes. A denúncia é fundamental para interromper o ciclo de agressões, garantir proteção à vítima e responsabilizar o agressor. Mesmo quando a violência ocorre dentro de casa ou envolve familiares, como filhos ou companheiros, trata-se de crime e deve ser comunicada às autoridades.
A vítima ou qualquer pessoa que tenha conhecimento da agressão pode denunciar. Em situações de risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Já para orientações, registro de denúncias e encaminhamento à rede de proteção, está disponível o Disque 180, serviço nacional, gratuito e que funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados.
Denunciar é um ato de proteção, não apenas para a vítima, mas também para evitar que a violência se repita ou evolua para situações mais graves. Em casos de violência doméstica, o silêncio nunca é a melhor opção.