Polícia

Na região, Polícia Civil prende universitário de 20 anos por armazenamento de pornografia infantil

Mãe denunciou à polícia que filha de 11 anos estava recebendo mensagens de cunho sexual.

Por: Da Redação
Rapaz é morador em Tarabai. Operação foi realizada pela Polícia Civil de Pirapozinho, em investigação iniciada há dois meses (Bruno Santos - A2 Fotografia). Rapaz é morador em Tarabai. Operação foi realizada pela Polícia Civil de Pirapozinho, em investigação iniciada há dois meses (Bruno Santos - A2 Fotografia).

Um estudantes universitário de 20 anos, morador em Tarabai (35 km de Presidente Prudente), foi preso em flagrante nesta quinta-feira (19) por armazenar pornografia infantil em seus dispositivos eletrônicos. Segundo a Polícia Civil, a apuração do caso teve início há dois meses pelo Setor de Investigações Gerais da Delegacia de Polícia de Pirapozinho  após a mãe de uma criança com 11 anos registrar um boletim de ocorrência relatando que um homem estaria mandando mensagens de cunho sexual para a sua filha.

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Durante a investigação foi identificado o suposto autor do delito e a autoridade policial representou junto ao Poder Judiciário, sendo expedido o mandado de busca e apreensão e acesso aos conteúdos em mídias digitais

Durante o cumprimento do mandado os policiais localizaram o investigado em sua  residência em Tarabai. Ele cursa ensino superior em Presidente Prudente. Na abordagem o investigado foi cientificado sobre o mandado de busca e apreensão, tendo cooperado e apresentado seus celulares e notebook.

Em análise nos dispositivos eletrônicos os policiais encontraram diversas mensagens e fotos de menores armazenadas no aparelho celular. Entre os conteúdos foi encontrada uma cena de estupro de vulnerável, onde ele mantém relação sexual com uma menina de 13 anos.

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Desta forma ele foi autuado em flagrante pelo crime de armazenar pornografia infantil, e mantido preso, à disposição da Justiça, para a audiência de custódia e demais encaminhamentos.

Além disso será instaurado outro inquérito policial para apurar outras condutas detectadas no aparelho de celular, desde o compartilhamento de imagens de menores, até mesmo o estupro de vulnerável. Outras pessoas poderão ser identificadas. A investigação correrá em segredo de justiça.

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