Polícia

Homem é multado em R$ 2 mil por pesca ilegal no Rio Aguapeí, em Lucélia

Operação Piracema flagrou pesca predatória.

Por: Da Redação atualizado: 29 de janeiro de 2026 | 15h26
Materiais de pesca apreendidos (Cedida/PM Ambiental). Materiais de pesca apreendidos (Cedida/PM Ambiental).

Durante ações da Operação Piracema 25/26, equipes da Polícia Militar Ambiental realizaram patrulhamento no Rio Aguapeí, em Lucélia, na terça-feira (27), e autuaram um homem por pesca ilegal.

De acordo com a corporação, um indivíduo foi avistado às margens do rio e, ao perceber a presença policial, fugiu em meio à vegetação. Após diligência a pé, os agentes localizaram um pescador amador, de 62 anos, que confessou ser o proprietário de varas e anzóis armados em galhos às margens do rio. No local, também foram encontrados um saco com sangue e escamas de peixe e uma faca. O pescado não foi localizado.

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Diante da infração, foi lavrado Auto de Infração Ambiental no valor de R$ 2 mil, com base no artigo 35, parágrafo 1º, inciso II, da Resolução SIMA nº 05/21. A ocorrência será encaminhada à Delegacia de Polícia Civil por infração ao artigo 34 da Lei Federal nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais). Foram apreendidos três varas de bambu com linha, anzol e chumbada, dois anzóis de galho e uma faca, que permaneceram na sede do Policiamento Ambiental de Dracena.

Materiais de pesca apreendidos (Cedida/PM Ambiental).

Ainda durante o patrulhamento, os policiais avistaram quatro indivíduos praticando pesca predatória às margens do Rio Aguapeí, nas proximidades do Córrego do Pimenta. O grupo também fugiu ao notar a presença da equipe. Em nova varredura a pé, foram apreendidos seis varas com molinete, uma vara desmontada, um samburá, uma sacola com chumbadas e anzóis e cerca de 40 quilos de pescado da espécie piauçu. Os responsáveis não foram localizados. 

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Assim como no primeiro caso, a ocorrência será apresentada à Polícia Civil por violação ao artigo 34 da Lei Federal nº 9.605/98. Os materiais ficaram apreendidos na sede do Policiamento Ambiental de Dracena. Os peixes, por estarem vivos, foram devolvidos ao ambiente aquático.

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