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Com foco em crianças com autismo, fonoaudióloga Kelly Rufino traz Thiago Lopes a Adamantina

Thiago Lopes é fundador e diretor do Instituto Farol, Centro de Excelência e Inovação em Autismo.

Por: Da Redação atualizado: 9 de fevereiro de 2022 | 09h48
Thiago Lopes é recebido em Adamantina pela fonoaudióloga Kelly Rufino (Siga Mais). Thiago Lopes é recebido em Adamantina pela fonoaudióloga Kelly Rufino (Siga Mais).

A fonoaudióloga infantil Kelly Rufino, de Adamantina, recebe eu seu consultório nesta sexta-feira (4) o fundador e diretor do Instituto Farol – Centro de Excelência e Inovação em Autismo – Thiago Lopes. Referência em intervenção precoce a crianças com risco ou diagnóstico de autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com atuação no Brasil e no exterior, ele acompanha de perto, na cidade, as crianças assistidas pela profissional adamantinense.

Kelly Rufino tem seu consultório na Clínica Nove de Julho, localizada na Rua Nove de Julho, 339, centro de Adamantina. Com 27 anos de atuação profissional, participou de inúmeros cursos e aprimoramentos. É pós graduada em psicopedagogia clínica institucional. Foi multiplicadora do método das boquinhas e participou de curso do PROMPT, método de tratamento de apraxia e transtornos motores de fala.

Em 2019 realizou treinamento profissional em intervenção precoce para crianças com autismo no Instituto Farol, baseado em estratégias do modelo Denver, obtendo certificação que habilita a atuar com supervisora de equipe multiprofissional, como também treinar e formar as assistentes terapêuticas da sua equipe.

Dando continuidade à sua formação, em maio do ano passado participou do  “Workshop Introductorio (Modelo Denver de atención temprana para niños pequeños con autismo)” - pelo Mind Institute (EUA). “Com todo esse processo, tenho dado ênfase em trabalhar com o neuro desenvolvimento infantil, suas alterações e transtornos, pois o número de diagnóstico vem crescendo”, explica.

Kelly e Thiago, na Clínica Nove de Julho, em Adamantina (Siga Mais).

Ela destaca a oportunidade de crescimento profissional vivenciado a partir do contato e da formação adquirida junto ao Instituto Farol, onde pôde consolidar todas as expectativas e aprender mais a partir do trabalho conduzido por Thiago Lopes. “Ao longo da minha trajetória sempre fui apaixonada pela forma de como o Thiago exerce seu trabalho com a abordagem naturalista baseada do modelo precoce de Denver”, diz. “Além  de que, trazê-lo aqui é uma oportunidade de divulgar mais a importância da intervenção precoce naturalista, visto que todo e qualquer tratamento, desde que iniciado de forma precoce, os resultados são mais significativos por conta da neuroplasticidade, período onde ocorrem maiores números de conexões”, explica a profissional. “Frente a tudo quero agradecer a Deus em primeiro lugar, o apoio da minha família e das famílias dos meus pacientes que colaboraram para que tudo isso fosse realizado, e que Deus possa permitir que isso se repita por mais vezes”, celebra.

A abordagem precoce

Em sua visita a Adamantina, Thiago Lopes foi entrevistado pelo SIGA MAIS, onde fala sobre os reflexos da abordagem precoce a crianças com risco ou diagnóstico de autismo. “O cérebro tem muita plasticidade, muita capacidade de modificar as conexões cerebrais e permitir que a criança com autismo se socialize mais. Quanto mais tempo a gente demora para iniciar o tratamento, menor o resultado, ou seja, menos o cérebro tem a capacidade de se modificar para aprender coisas novas e mudar a tendência central do autismo, porque as crianças com autismo têm muito pouca busca, pouco interesse social, pouca reciprocidade, não vai necessariamente brincar com os coleguinhas, não vai se comunicar, fazer gestos e falar. Se a gente começa cedo, o cérebro aprende muito mais rápido. A intervenção precoce é o que tem de mais importante”, disse.

Thiago Lopes também destacou sobre a atuação multiprofissional no acompanhamento a crianças com autismo e reiterou o papel do supervisor na articulação da equipe, na dosagem das terapias e no diálogo com os pais.

Kelly Rufino e Thiago Lopes (Siga Mais).

Em Adamantina, com formação obtida no Instituto Farol, a fonoaudióloga anfitriã Kelly Rufino tem qualificação para atuar como supervisora. “É muito importante fazer uma avaliação específica das necessidades da criança. Nem toda criança com autismo precisa de todos os profissionais atuando ao mesmo tempo e a gente tem que ter um cuidado muito importante para saber otimizar. Há pessoas com dinheiro para pagar, ou com plano de saúde que garante ampla cobertura, mas esquecem de uma coisa: tempo é um recurso absurdamente preciso para uma criança com autismo. Se ela está perdendo tempo fazendo um tratamento que ela não precisa, deixa de aprender coisas mais necessárias para aquele momento. É muito importante que a gente tenha um supervisor que centralize esse tratamento, que faça esses direcionamentos”, explica Tiago. “Ter uma equipe multiprofissional é absurdamente necessário, porém, mais importante que a equipe multidisciplinar, é alguém que coordene, que supervisione, que ajude a integrar todos esses profissionais, que ajude a ter uma visão e ajudar a família a saber que hora deve colocar cada carga horária e intensidade, para cada um dos profissionais. Alguém tem que assumir essa coordenação. Geralmente é o supervisor”, ressalta.

Veja a íntegra da entrevista:

Siga Mais - A abordagem precoce é decisiva, para uma maior socialização e qualidade de vida da criança com autismo?

Thiago Lopes - Quando a gente vai olhar as evidências científicas, a precocidade, ou seja, começar o mais cedo possível o tratamento, é um dos principais fatores para que a criança consiga se desenvolver. O cérebro tem muita plasticidade, muita capacidade de modificar as conexões cerebrais e permitir que a criança com autismo se socialize mais. Quanto mais tempo a gente demora para iniciar o tratamento, menor o resultado, ou seja, menos o cérebro tem a capacidade de se modificar para aprender coisas novas e mudar a tendência central do autismo, porque as crianças com autismo tem muito pouca busca, pouco interesse social, pouca reciprocidade, não vai necessariamente brincar com os coleguinhas, não vai se comunicar, fazer gestos e falar. Se a gente começa cedo, o cérebro aprende muito mais rápido. A intervenção precoce é o que tem de mais importante.

Thiago Lopes (Siga Mais).

Siga Mais - Quais são os sinais do autismo na criança? Como identificar e agir?

Thiago - Muitos pais acham que a criança não tem autismo porque ela não apresenta os sinais clássicos de autismo. Os sinais são amplos, vários, e a criança não precisa ter todos os sinais para ser considerada como estando no espectro do autismo. Alguns dos sinais, são: a criança tem contato visual baixo, ela não olha no olho da gente. Algumas crianças com autismo andam na pontinha do pé. Outras vão ter tendência de balançar as mãos. E há crianças com autismo que não apresentam esses sinais, especificamente. Entre elas, muitas não aprenderam fazer gestos com as mãos, como dar tchau, gesticular “não” e apontar. Muitas delas ainda não aprenderam a imitar as brincadeiras que a gente faz. Uma criança de um ano e meio a dois anos já imita tudo, praticamente, que a gente mostra. E muitas das crianças com autismo, com dois anos e meio, três, ainda não têm capacidade de imitar, com consistência, com frequência. Outras crianças com autismo vão ter tendência de ficar fixando luz, fixando ventilador, abrindo e fechando portas e gavetas, algumas têm tendência de ficar colocando objetos na boca o tempo inteiro, outras têm tendência de ficar andando com algum objeto na mão o tempo todo. E lembrando: se a criança já apresenta alguns desses sinais, já sinaliza algum risco para autismo. Ela não precisa apresentar todos eles. Apresentando alguns desses sinais é preciso buscar ajuda profissional para diagnosticar.

Siga Mais – O autismo é um distúrbio que se tem tratamento, e que se possa dizer “está de alta”, ou é algo com o qual o portador convive por toda a vida?

Thiago - No geral, a resposta aos tratamentos mais modernos é absurda. Temos crianças que chegam ao tratamento que não falam, não olham no olho, não interagem, não fazem gestos. As crianças que começam antes dos dois anos e meio o tratamento correto, com intensidade e carga horária necessária, 95% vão desenvolver fala. As que não fazem tratamento nenhum, somente 38% desenvolvem fala. Vão também aprender a fazer gestos, interagir, buscar, a brincar de forma funcional e ser capaz de se integrar com as outras crianças. Quanto mais cedo se inicia o tratamento, maior a capacidade da criança aprender esses comportamentos. Quanto mais intensivo for o tratamento, e de qualidade, maiores as chances de ter uma reabilitação. Há muitas crianças que fizeram o tratamento lá atrás e hoje são adolescentes com convívio praticamente típico. Ainda têm algumas coisas do autismo, mas vão para a escola, namoram, arrumam emprego, vão para a faculdade, têm uma vida praticamente normal, praticamente sem nenhuma diferença em relação às pessoas que têm um desenvolvimento típico. O tratamento faz toda a diferença. Não existe cura para o autismo, mas é um transtorno que tem uma capacidade de reabilitação e de desenvolvimento muito grande, desde que se comece o mais cedo possível, com qualidade e com intensidade.

Thiago Lopes (Siga Mais).

Siga Mais – A abordagem multiprofissional à criança com autismo, que resultados pode trazer?

Thiago - É muito importante fazer uma avaliação específica das necessidades da criança. Nem toda criança com autismo precisa de todos os profissionais atuando ao mesmo tempo e a gente tem que ter um cuidado muito importante para saber otimizar. Há pessoas com dinheiro para pagar, ou com plano de saúde que garante ampla cobertura, mas esquecem de uma coisa: tempo é um recurso absurdamente preciso para uma criança com autismo. Se ela está perdendo tempo fazendo um tratamento que ela não precisa, deixa de aprender coisas mais necessárias para aquele momento. É muito importante que a gente tenha um supervisor que centralize esse tratamento, que faça esses direcionamentos. Tem criança que vai precisar de mais horas de fisioterapia, outras não porque seu desenvolvimento motor está indo bem. Tem criança que vai precisar de mais fonoaudiologia. Tem criança que, primeiro, vai ser preciso fazer um trabalho para desenvolver jogo, atenção, imitação, gestos, para aí depois sim aumentar a carga horária de fonoaudiologia e se beneficiar desse trabalho. Há criança que tem transtornos sensoriais muito mais fortes, tem alta sensibilidade a barulhos fortes, a luz, a cheiros, texturas, a gostos, que vai precisar muito mais de um trabalho sensorial de um terapeuta ocupacional. Então depende muito das necessidades, sintomas e características específicas de cada criança. Mas se a gente não trabalha junto, muitas vezes vai ficando um buraquinho para trás no desenvolvimento da criança, e lá na frente o impacto é muito grande. Então, ter uma equipe multiprofissional é absurdamente necessário, porém, mais importante que a equipe multidisciplinar é alguém que coordene, que supervisione, que ajude a integrar todos esses profissionais, que ajude a ter uma visão e ajudar a família a saber que hora deve colocar cada carga horária e intensidade, para cada um dos profissionais. Alguém tem que assumir essa coordenação. Geralmente é o supervisor.

Siga Mais – E para os pais: de que forma devem ser orientados?

Thiago - Isso varia muito, de família para família. A gente tem sempre que olhar para a realidade de cada família. Há casos em que os pais trabalham e não há condição de acompanhar tão de perto o tratamento. Nesses casos o que pedimos é que os pais acompanhem pelo menos a supervisão, assistam as filmagens para ver o que está acontecendo. Ao assistir, os pais aprendem com aquilo que a gente está fazendo. Ainda existem profissionais que atendem a criança, fecham a porta do consultório, e os pais não veem o que está acontecendo. Não é o ideal. O ideal é ter um espelho espião em que os pais possam olhar por trás. E que o profissional filme e disponibilize para os pais assistirem. Quando a gente tem alguém da família com disponibilidade, eu gosto de formar essa pessoa como se estivesse formando um novo terapeuta, para ela saber estimular a criança em todas as horas do dia, como ao trocar uma fralda, na alimentação ou no banho. Para as famílias que têm essa possibilidade de engajamento o ideal é disponibilizar o vídeo, deixar os pais entrarem nas sessões e oferecer formação para que eles possam estimular em casa. Esse é o cenário ideal.

Thiago Lopes (Siga Mais).

Siga Mais – Em relação às interações sociais, convivência escolar e outras trocas: a sociedade e as instituições estão sabendo lidar com crianças autistas?

Thiago - Eu comecei a oferecer suporte aqui no Brasil há cinco anos atrás. E a diferença que eu vejo, tanto no nível dos profissionais quanto na capacidade dos profissionais compreenderem o que é o autismo, de perceberem a existência do autismo e darem suporte, tem melhorado sistematicamente. Mas quando paramos para olhar, o autismo não faz parte da grade básica da psicologia, da fonoaudiologia, da terapia ocupacional, da fisioterapia, da pedagogia. Para a maioria dos cursos no Brasil, o autismo não faz parte da grade básica de formação desses profissionais. A gente vê muito professor, por exemplo, que não teve experiência, que não sabe os marcos do desenvolvimento, não sabe distinguir os sintomas, os sinais. É claro que ele não é um médico e não tem que fazer uma avaliação diagnóstica, mas ele é o primeiro profissional a ver aquela criança cotidianamente, a poder comparar com as demais crianças que estão ali na sala de aula, a poder identificar os sinais de risco e já acionar a família para que o tratamento chegue mais cedo. Eu vejo que ainda falta muito no Brasil o cuidado em revisar as grades de formação das graduações, para trabalhar um pouco mais como autismo. Todo professor do ensino básico vai acabar tendo um aluno com autismo na sala de aula. A gente tem que ter uma revisão para que seja oferecido um pouco mais de oportunidades. Há hoje muitos cursos online, específicos para diferentes profissionais, e acho que buscar informação é absolutamente necessário, nem que seja para conhecer o mínimo.

Siga Mais – Hoje são evidenciados muitos casos de autismo. Há algum fator biológico/congênito, ou hoje são maiores o acesso a informações, diagnósticos e tratamentos?

Thiago - A gente está muito mais alerta ao sinais do autismo. A gente ouve “mas tem crescido demais os casos de autismo”. Se você pega a curva de número de casos de deficiência intelectual, ela tem regredido no mesmo nível. O que acontecia? Muitas das crianças que hoje recebem um diagnóstico de autismo, antigamente recebiam um diagnóstico de deficiência intelectual, que chamávamos simplesmente de retardo mental. E não se sabia distinguir se a criança tinha uma deficiência intelectual, uma síndrome, um transtorno global de desenvolvimento ou autismo. Hoje a gente está sendo muito mais capaz de distinguir essas coisas. Então, a curva de crianças com autismo aumenta, mas a curva de crianças com deficiência intelectual diminui, porque muitas dessas crianças que seriam identificadas como deficientes intelectuais, hoje são identificadas com autismo. Muitas dessas crianças com autismo, que recebem o tratamento adequado, no futuro não serão deficientes intelectuais, porque o autismo tem uma capacidade de reposta muito maior, do ponto de vista cognitivo e de desenvolvimento, do que muitas das síndromes que levam à deficiência intelectual. Saber separar esses dois grupos e saber identificar o autismo têm trazido uma oportunidade de desenvolvimento para essas crianças muito grande. As pessoas falam “tudo é autismo”, mas antes tudo era deficiência intelectual. A gente, agora, só está sabendo distinguir uma coisa da outra. Teve também uma modificação da percepção sobre o que é o autismo. Antigamente a gente achava que autismo era só aquela criança que balançava as mãos, não olhava no olho, fixava luz, fixava ventilador, abria e fechava portas e corria de um lado para o outro. Hoje a gente percebe que crianças que não compreendem regras sociais sutis, crianças que têm dificuldades de interação, também estão no espectro do autismo. Muitas vezes mais leve do que aquela criança com autismo clássico. Hoje temos um diagnóstico que é mais amplo e uma capacidade maior de reconhecer essas crianças. Por isso os casos têm crescido.

Thiago Lopes (Siga Mais).

Siga Mais – Estando diante de pai que acabou de receber o diagnóstico de que o filho é autista, qual é a sua orientação?

Thiago - Há algumas coisas que são muito importantes quando a gente vai conversar com um pai que acabou de receber o diagnóstico. O primeiro deles é, estamos em 2022. Não estamos em 2010, onde a gente não tinha tratamento, não sabia o que fazer e o acesso aos serviços era muito mais complicado. Hoje existe o que fazer. É muito importante que a gente saiba, primeiro: em 2022 há muitos recursos para trabalhar com as crianças com autismo. A segunda coisa: a intensidade do tratamento é muito importante. Criança com autismo precisa de 15 a 20 horas de estimulação por semana. Aqueles que não têm condições de pagar pelas terapias podem aprender a realizar a estimulação, inclusive com materiais na internet, e todo horário livre que o pai e a mão tiverem, revezem e façam a estimulação. Se essa estimulação não for feita, cedo, lá na frente a dificuldade e qualidade de vida da família inteira vai ser prejudicada. A terceira coisa é comece agora, o mais cedo possível. Não vamos ficar negando o diagnóstico. Tem alguma dificuldade, vamos buscar e compreender o que está acontecendo. Quanto mais cedo isso ocorrer, mais rápido será possível agir. Essas são as três coisas: primeiro a esperança, porque há o que fazer. Segundo, vamos buscar os recursos: se há condições de pagar, contrata o tratamento, se tem plano de saúde, acione; se não há condições de pagar, ou plano de saúde, busque na internet. Alguma coisa tem que ser feita. E terceiro, comece o mais cedo possível: intensidade e precocidade. Não percam a esperança, mas também não fiquem parados, olhando o tempo passar.

Saiba mais: Thiago Lopes e o Instituto Farol

Com sede em Florianópolis (SC) e unidades em Recife (PE) e São Paulo (SP), o Instituto Farol Centro de Excelência e Inovação em Autismo é uma instituição que oferece serviços clínicos e educacionais em todos os estados do Brasil com a atendimentos clínicos (presenciais e supervisão à distância) e educacionais a crianças que possuem risco ou diagnóstico de autismo. Também realiza treinamento com pais e profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos na área da intervenção precoce no autismo.

Thiago Lopes (Siga Mais).

O Instituto é fundado e dirigido por Thiago Lopes.  Ele foi formador do modelo de intervenção precoce por três anos pelo Mind Institute, pioneiro da implementação desse modelo no Brasil. Thiago tem mais de 10 anos de experiência internacional em intervenção precoce e um ano de experiência trabalhando diretamente na equipe de pesquisa e intervenção da doutora Sally Rogers, criadora do Modelo Denver, em Sacramento, na Califórnia (EUA). Atuou também fazendo diagnóstico de crianças com autismo e outros transtornos do desenvolvimento, na região metropolitana de Montreal, no Canadá, e por quatro anos foi coach parental baseado no Modelo Denver, em centros públicos e privados de tratamento da Província de Quebec, também no Canadá.

Serviço

Kelly Rufino Fonoaudiologia

Clínica Nove de Julho

Rua Nove de Julho, 339, centro, Adamantina (SP)

Fone: (18) 3521-4400

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