Ensino

Medicina da FAI organiza doação de sangue na Santa Casa de Adamantina

Ato pretende envolver alunos das duas turmas do curso.

Por: Daniel Torres (FAI) atualizado: 17 de março de 2016 | 08h52
Ato pretende envolver alunos das duas turmas do curso de medicina da FAI (Foto: Divulgação). Ato pretende envolver alunos das duas turmas do curso de medicina da FAI (Foto: Divulgação).

Alunos do curso de Medicina das Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) organizaram na manhã da última sexta-feira, 11, por iniciativa da Associação Atlética Acadêmica de Medicina Três de Agosto (AAAMIIIA), uma ação solidária de doação de sangue na Santa Casa de Adamantina.
O ato pretende envolver todos ou pelo menos a maioria dos alunos das duas turmas do curso, que leva toda sexta-feira, desde o dia 11, cerca de 20 alunos ao banco de sangue.
Para quem participa da ação solidária, doar sangue é uma experiência muito especial. “Eu sei que isso vai ajudar alguém futuramente e eu fico com a consciência limpa de saber que, em algum momento da minha vida, eu ajudo alguém”, comentou o aluno Iago de Melo Fontana, do 1º termo, ao mencionar também que o doador recebe benefícios como a carteirinha que concede descontos em alguns eventos.
Segundo o universitário, muitas pessoas ficam receosas em doar sangue por conta de mitos. Porém, o ato de doar sangue é “simples e prazeroso”. “Não é preciso ter receio de doar sangue. [O doador precisa ter] acima de 50 quilos, estar alimentado com um café da manhã legal, esperar na fila que eles [equipe de profissionais do Banco de Sangue] vão fazer uma triagem toda especial e àquela pessoa que não pode doar eles já avisam sem problema nenhum e, caso tenha perdido algum compromisso nesse meio tempo, você estará justificado”, contou Fontana.
Já a estudante Marcella Ferreira Pasqualete, que doou sangue pela primeira vez, destacou a importância de atrelar a ação ao aprendizado de seu curso. “É um conhecimento a mais até para ver como é a estrutura de um hospital, como isso vai ser bom para ajudar a entender o hospital. Fica mais fácil porque estou no ambiente em que vou trabalhar”, afirmou ao assegurar que doar não é como “tomar soro. Não dói nada”.

Fotos

Publicidade

Prefeitura de Adamantina
FS Telecomunicações

Publicidade

ADT Drone