Ensino

Estudantes de direito participam de encontro sobre justiça restaurativa

Atividade integra projeto de extensão vinculado ao Programa FAI Cidadã.

Por: Prof.ª Dra. Fernanda Stefani Butarelo | Revisado por Daniel Torres atualizado: 12:31
Atividade integra projeto de extensão vinculado ao Programa FAI Cidadã, ligado ao Núcleo de Cidadania e Ação Social do curso de direito do Centro Universitário de Adamantina (Acervo Pessoal). Atividade integra projeto de extensão vinculado ao Programa FAI Cidadã, ligado ao Núcleo de Cidadania e Ação Social do curso de direito do Centro Universitário de Adamantina (Acervo Pessoal).

Estudantes do curso de direito do Centro Universitário de Adamantina participaram, nesta segunda-feira, 15, de um encontro com o juiz da 2ª Vara e da Vara da Infância e da Juventude da comarca de Adamantina, Dr. Carlos Gustavo Urquiza Scarazzato. A atividade, denominada “Justiça Restaurativa: uma forma de solução de conflitos e esperança de humanização em um panorama de intolerância”, faz parte do projeto de extensão “Direitos Humanos e Dignidade da Pessoa Humana: aprender, conscientizar e fazer”, vinculado ao Programa FAI Cidadã, ligado ao Núcleo de Cidadania e Ação Social do curso de direito da Instituição, sob a coordenação da Prof.ª Dra. Fernanda Stefani Butarelo. 

Foi uma noite de aprendizado sobre os valores e os princípios da justiça restaurativa, com reflexões sobre o papel do direito na sociedade. O magistrado ressaltou a importância da atividade no âmbito do curso de direito do Centro Universitário e na formação dos estudantes, registrando que a justiça restaurativa não substitui a estrutura do Estado Democrático de Direito, pelo contrário, ela oferece novos instrumentos para a pacificação de conflitos e humanização das relações.

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“A justiça restaurativa surge do reconhecimento de que muitas vezes os procedimentos habituais utilizados na solução de conflitos não são capazes de romper o ciclo da violência. A justiça restaurativa propõe uma forma diferente de olhar para as relações humanas e sociais e de agir diante dos desafios da convivência, adotando práticas restaurativas que possibilitem soluções coletivas que possam transformar a situação de conflito em uma outra maneira de convivência”, registrou o magistrado.

 (Acervo Pessoal).

 O Prof. Me. José Eduardo Lima Lourencini e os advogados, ex-alunos da instituição e estudiosos da justiça restaurativa, Bruna Lima Levon, Natália Silveira Rodrigues de Souza e Rafael Teixeira Sebastiani participaram da atividade.

Bruna e Natália lembraram que conheceram a Justiça restaurativa através da atividade extensionistas do curso de direito do Centro Universitário de Adamantina, realizada desde 2016, sob a coordenação da Prof.ª Fernanda em parceria com o Dr. Carlos. Elas contaram para os alunos presentes que após conhecerem a justiça restaurativa, interessaram-se profundamente pelo tema, fizeram o trabalho de conclusão de curso (TCC), publicaram os resultados e continuam estudando sobre a matéria.

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“Agradecemos a participação de todos os presentes, especialmente ao Dr. Carlos pela   parceria e disponibilidade na realização da atividade de extensão que já conta com sete anos de existência. O encontro, como sempre, gerou muito conhecimento, reflexões e interesse dos estudantes. A atividade tem como finalidade oportunizar formação dos acadêmicos do curso de direito que passam a ser protagonistas de ações que disseminem os valores, os princípios e as práticas da justiça restaurativa”, registrou a Prof.ª Fernanda.

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