Ensino

Em Adamantina, três alunos da Escola Fleurides são medalhistas na Olimpíada Brasileira de Astronomia

Dois estudantes são medalhas de ouro e uma aluna conquistou medalha prata na Olimpíada.

Por: Da Redação atualizado: 10 de agosto de 2023 | 16h39
Arthur Daniel Conceição Martinez, ouro no nível 4; Henry Guilherme Gama da Silva e Ana Luíza Mendes Dias dos Santos, ouro e prata no nível 3 (Cedida). Arthur Daniel Conceição Martinez, ouro no nível 4; Henry Guilherme Gama da Silva e Ana Luíza Mendes Dias dos Santos, ouro e prata no nível 3 (Cedida).

Três alunos da Escola Estadual Fleurides Cavalini Menechino, de Adamantina, são medalhistas pela 26ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), considerada a maior olimpíada científica do Brasil.

Realizada anualmente pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), a OBA é dividida em quatro níveis, sendo os três primeiros para alunos do ensino fundamental e o quarto para os do ensino médio.  

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Segundo a diretora da escola, Tatiani Qualho Ayachi, dois estudantes foram contemplados no nível 3, destinada aos alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental: Henry Guilherme Gama da Silva (estudante do 9° ano), com medalha de ouro, e Ana Luíza Mendes Dias dos Santos (também do 9° ano) com medalha de prata.

Arthur Daniel Conceição Martinez, ouro no nível 4 (Cedida).Henry Guilherme Gama da Silva, ouro no nível 3 (Cedida).Ana Luíza Mendes Dias dos Santos, prata no nível3 (Cedida).

Já no nível 4, para estudantes de qualquer série ou ano do ensino médio, o aluno Arthur Daniel Conceição Martinez (da 1ª série do ensino médio) obteve medalha de ouro. Recentemente, Arthur foi medalha de ouro na 17ª Olimpíada Brasileira de Matemáticas das Escolas Públicas (OBMEP), como mostrou o SIGA MAIS em junho deste ano.

A prova da OBA é composta por dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas de acordo com a pontuação obtida em cada nível.

Os três alunos e a professora Sônia Marina Ponvequi de Souza (Cedida).Diretora da Escola, Tatiani Qualho Ayachi (Cedida).

Na Escola Fleurides, os estudantes são orientados pela professora Sônia Marina Ponvequi de Souza, representante da OBA na unidade de ensino. A educadora disponibiliza material complementar para os alunos inscritos e orienta nos estudos extraclasse.

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À Agência Brasil, o astrônomo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e coordenador nacional da OBA, João Batista Garcia Canalle, destacou que o objetivo da iniciativa é fomentar o interesse dos jovens pela astronomia, astronáutica e ciências afins, promover a difusão dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa, através de um mutirão nacional que mobiliza alunos, professores, coordenadores pedagógicos, diretores, pais e escolas, planetários, observatórios municipais e particulares, espaços, centros e museus de ciências, associações e clubes de astronomia, astrônomos profissionais e amadores e instituições voltadas às atividades aeroespaciais.

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