Cidades

Sem limites para guias rebaixadas, cidade perde vagas públicas para estacionamento

Cresce o número de guias rebaixadas na área central, que tiram vagas públicas para estacionamento.

Por: Da Redação atualizado: 7 de janeiro de 2016 | 11h18
Sem regras: no centro de Adamantina, é crescente o número de estabelecimentos empresariais, comerciais e de serviços com área frontal total do imóvel servida por guias rebaixadas (Foto: Acácio Rocha). Sem regras: no centro de Adamantina, é crescente o número de estabelecimentos empresariais, comerciais e de serviços com área frontal total do imóvel servida por guias rebaixadas (Foto: Acácio Rocha).

Com a falta de uma legislação que disciplina o rebaixamento de guias em frente aos estabelecimentos empresariais diversos, a cidade de Adamantina perde vagas públicas para estacionamento de veículos.
A constatação é visível a qualquer leigo, sobretudo na área central da cidade. Com a escassez de vagas, e com a ausência de uma legislação que discipline o rebaixamento de guias, é cada vez mais comum os estabelecimentos empresariais, comerciais e de serviços promoverem o rebaixamento integral das guias na área da frente de seus imóveis e criar bolsões exclusivos para estacionamento de clientes dentro de sua área particular.
O ponto de conflito é que na ausência de lei regulamentadora, o rebaixamento das guias é integral, em toda a faixa frontal do imóvel. E ao promover isso, vagas públicas deixam de existir para dar passagem para os veículos de clientes.

Presidente Prudente enfrentou o problema

Na região, a cidade de Presidente Prudente resolveu enfrentar o problema. Com base em uma lei municipal, e exercendo o poder de fiscalização, notificou os empresários da cidade, cujos estabelecimentos tinham toda a faixa frontal com guias rebaixadas.
Os proprietários foram obrigados a regularizar o passeio público, reservando apenas uma passagem para entrada e saída dos veículos. Quem foi notificado e não promoveu as adequações, foi multado.
Em Presidente Prudente as ações foram tomadas pela Prefeitura a partir de um pedido formulado pelo Ministério Público, e a nova situação agradou aos motoristas. A medida provocou reflexo imediato, no aumento do número de vagas públicas.

Prefeitura não se manifesta

Sobre essas questões, a reportagem do SIGA MAIS enviou um pedido de informações à assessoria de imprensa da Prefeitura de Adamantina no dia 21 de dezembro, que até o momento não deu qualquer retorno.

Fotos

Publicidade

Cóz Jeans
Prefeitura de Adamantina
FS Telecomunicações

Publicidade

ADT Drone