Reconhecimento: com o Calendário da Vida, juíza Ruth Duarte Menegatti recebe Prêmio Rompa
Premiação é realizada pelo TJSP e Associação Paulista de Magistrados (Apamagis).
O Calendário da Vida, iniciativa da juíza Ruth Duarte Menegatti, da Comarca de Adamantina, ficou em segundo lugar na 2ª edição do Prêmio #Rompa, na categoria magistrado/magistrada. A premiação é uma iniciativa do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis) para reconhecer práticas que se destacam no combate à violência contra a mulher em todo o estado.
(Comunicação Social TJSP - KS e PS).
(Comunicação Social TJSP - KS e PS).
As práticas vencedoras, de iniciativas de combate à violência doméstica, foram divulgadas na última quinta-feira (14) no Palácio da Justiça, sede do Judiciário paulista, conduzida pelo presidente do TJSP, desembargador Ricardo Mair Anafe, e pela presidente da Apamagis, juíza Vanessa Ribeiro Mateus, com a presença de integrantes do Conselho Superior da Magistratura, desembargadores, juízes, servidores, integrantes do sistema de Justiça, da sociedade civil e convidados.
A iniciativa da juíza de Adamantina, que conquistou o segundo lugar do Prêmio #Rompa, na categoria magistrado/magistrada, consiste em uma ação junto a reeducandas da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, com foco na ressocialização de mulheres em privação de liberdade, muitas das quais já vivenciaram situações de violência de gênero. Sua condição de finalista ao Prêmio foi mostrada pelo SIGA MAIS no começo deste mês.
Com dinâmicas de grupo, músicas e outras metodologias, cerca de 120 reeducandas foram convidadas a participar de um concurso de desenhos e frases. “O resultado foi um calendário com os 12 melhores trabalhos, que proporcionaram reflexões e aprendizados para um retorno mais maduro à sociedade”, narra o resumo da prática.
(Comunicação Social TJSP - KS e PS).
O resultado final foi a impressão do Calendário da Vida 2024, em formato de calendário de mesa. Agora, segundo os idealizadores, há estudos para implementação do programa de forma permanente.
A iniciativa da juíza Ruth Duarte Menegatti traz a magistrada como idealizadora, e ainda Denise Alves, psicoeducadora (organizadora), Adriana Alkmin Pereira Domingues, diretora da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista (realizadora) e Marlon Roberth de Sales, promotor de justiça (parceria).
(Comunicação Social TJSP - KS e PS).
Antes da entrega dos troféus, o presidente do TJSP enalteceu a importância da premiação, sobretudo pelo impacto direto das diversas práticas inscritas e de ações do TJSP na implementação de políticas públicas voltadas para o enfrentamento da violência. “São Paulo tomou a iniciativa na proteção da violência doméstica e este prêmio é a consagração desta conduta do Tribunal de Justiça, com apoio integral da Associação Paulista de Magistrados”, afirmou o desembargador Ricardo Mair Anafe.
Os premiados
Os mais de 60 trabalhos inscritos na segunda edição foram avaliados por 15 juradas, que escolheram os ganhadores seguindo os critérios de criatividade, inovação, qualidade, replicabilidade, alcance social e resultados.
(Comunicação Social TJSP - KS e PS).
Na categoria Magistrada/Magistrado, o primeiro lugar ficou com o projeto Alô Mulher, idealizado pela juíza Daniele Mendes de Melo, da Comarca de Bauru. Na categoria Entidade Pública, recebeu o prêmio a iniciativa Rodas de Conversa: Amor+, da Penitenciária Feminina de Pirajuí. E na categoria Sociedade Civil, venceu o projeto Não é Normal, da organização Serenas. Saiba mais sobre todos os finalistas do 2º Prêmio #Rompa.