Cidades

Manas que Transformam promove roda de conversa para falar sobre violência patrimonial

Atividade acontece dia 10 de agosto, às 19h, na Casa Afro em Adamantina.

Por: Estela Mendes | Da Assessoria atualizado: 3 de agosto de 2023 | 11h18
Programação acontece na Casa Afro, dia 10 de agosto, às 19h, aberta ao público feminino (Arquivo). Programação acontece na Casa Afro, dia 10 de agosto, às 19h, aberta ao público feminino (Arquivo).

O movimento “Manas que Transformam” promove no próximo dia 10 de agosto, uma roda de conversa com o tema: “Violência Patrimonial – Resgatando a sua independência financeira”.

Conduzido por Carolina Lott, consultora financeira, e Jenifer Fernandes, psicóloga clínica (CRP 06/156982), o bate papo traz uma temática que vai de encontro à campanha Agosto Lilás, promovida em âmbito nacional, desde agosto de 2006, ano que foi sancionada a Lei Maria da Penha.

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 “Na roda de conversa iremos abordar os tipos de violências, enfatizando a violência patrimonial que é pouco conhecida e falada e trata-se de qualquer conduta que caracteriza desvio, privação, destruição parcial ou total de bens, objetos, valores, diretos e/ou recursos econômicos, como por exemplo, controlar dinheiro, quebrar objetos, não deixar trabalhar, entre outros”, explicou a psicóloga, Jenifer Fernandes. 

Este é um dos tipos de violência doméstica e familiar cometidas contra mulheres, previstas na Lei Maria da Penha. As outras quatro são: violência física, psicológica, moral e sexual.

Bate papo traz temática alinhada ao Agosto Lilás (Arquivo).

A violência patrimonial afetou pelo menos três mil mulheres brasileiras em 2020. O dado é do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, mas especialistas ressaltam que os casos são subnotificados, pois a maioria das vítimas não denunciam por vergonha ou desconhecimento, dentre outros motivos.

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“Essa violência causa um estrago imenso na vida das mulheres, onde o agressor controla o dinheiro da vítima, deixa de pagar a pensão, pratica estelionato, causa danos propositais a objetos ou bens da mulher. Muitas mulheres não conseguem identificar esse tipo de violência e se tornam coniventes com o caso, pelo simples fato de não ter informações”, explica Carolina Lott.

A roda de conversa será aberta ao público feminino em geral, é gratuito e terá início às 19h, na Casa Afro de Adamantina, localizada a rua Augusto Rossi, Jardim Primavera, em Adamantina.

(Divulgação).

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