Cidades

Em menos de 20 dias, Santa Casa presta contas do Leilão realizado em dezembro

Atividade beneficente permitiu receita líquida de R$ 156.485,54.

Por: Da Redação atualizado: 11 de janeiro de 2016 | 13h39
Em menos de 20 dias, Santa Casa presta contas do Leilão realizado em dezembro

A Santa Casa de Adamantina enviou a pouco ao SIGA MAIS o balanço final do 1º Leilão de Gado, realizado no dia 20 de dezembro, no Poliesportivo, com renda revertida ao custeio do hospital.
As receitas provenientes do leilão de animais e do serviço de bar e restaurante, no dia do evento, somaram R$ 184.974,55. As despesas para a realização da atividade ficaram em R$ 28.489,01, permitindo um saldo líquido de R$ 156.485,54 (veja detalhes no quadro).
Para a realização do Leilão, o corpo administrativo da Santa Casa, colaboradores e parceiros trabalharam continuamente visando a arrecadação de animais, em diversas cidades da região, sobretudo junto àquelas que têm suas populações atendidas pelo hospital.
O 1º Leilão de Gado da Santa Casa teve o apoio da Loja Maçônica Estrela de Adamantina. O portal SIGA MAIS fez divulgação gratuita do evento, sem onerar o hospital.

Santa Casa faz, em média, 4 mil atendimentos mensais

A Santa Casa de Adamantina, como os demais hospitais filantrópicos do Brasil, convive com muitas dificuldades financeiras, limitando a capacidade de investimento e melhorias. As ações se voltam, sobretudo, ao custeio de rotina, como pagamentos de salários, encargos e insumos, com despesas com água, luz, telefonia, medicamentos e outras próprias da atividade hospitalar.
O hospital tem um déficit mensal médio de R$ 250 mil. A arrecadação média do hospital é de R$ 1,2 milhão/mês, oriundos do SUS, convênios, atendimentos particulares e Prefeitura de Adamantina, que injeta verba mensal de R$ 257mil para custeio do pronto-socorro e mais R$ 20 mil/mês em contrapartida ao Pró Santa-Casa.
São cerca de 50 a 60 médicos e um quadro com cerca de 300 trabalhadores diretos. A média é de 4 mil atendimentos mensais pelo pronto-socorro e 3,5 mil internações hospitalares por ano (SUS e particulares). Nesse universo, 80% dos atendimentos são via SUS, que realiza o pagamento defasado dos serviços, e os 20% restantes particulares, ocasionando assim déficit rotineiro.

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