Cidades

De Adamantina, Pr. Rafael Assiz apresenta comunicação sobre parábola de Jesus no Congresso Metodista

Congresso Metodista 2025 foi realizado em São Bernardo do Campo.

Por: Da Assessoria atualizado: 08:48
Pr. Rafael Assiz no Congresso Metodista 2025 em SB do Campo (Cedida). Pr. Rafael Assiz no Congresso Metodista 2025 em SB do Campo (Cedida).

Entre os dias 20 a 22 de outubro de 2025, aconteceu o Congresso Metodista 2025, um relevante encontro acadêmico do país. O evento reuniu doutores, mestres, pesquisadores e professores.

Entre as apresentações, Pr. Rafael Assiz, mestrando em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), que expôs o tema: “Alegoria como mediação entre a Escritura e a realidade: a parábola dos vinhateiros maus e os desafios da liderança cristã hoje.”

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Em sua exposição, o pesquisador analisou a parábola dos vinhateiros maus (Mateus 21:33–46) sob a ótica da tradição patrística e da hermenêutica moderna, demonstrando como a leitura alegórica continua sendo um instrumento teológico legítimo e atual. Segundo ele, a alegoria não representa uma fuga do texto, mas um caminho espiritual de interpretação que conecta a revelação bíblica à experiência humana e eclesial contemporânea.

Congresso Metodista 2025 foi realizado em São Bernardo do Campo (Cedida).

“A alegoria não é fuga do real, mas a linguagem que traduz o transcendente em experiência concreta. É o modo pelo qual a Palavra fala à Igreja em cada tempo histórico”, destacou o pesquisador.

Assiz ressaltou ainda que, desde os primeiros séculos, teólogos como Orígenes, Jerônimo e Agostinho compreenderam a alegoria como forma de leitura que ultrapassa o literal para revelar as dimensões espirituais e éticas do texto sagrado. Para o cientista da religião, a parábola dos vinhateiros maus funciona como um espelho da liderança religiosa em todas as épocas, denunciando o poder que se corrompe quando substitui o serviço pelo domínio. “A liderança é medida não pelo domínio sobre a vinha, mas pela capacidade de entregar os frutos ao Senhor.”, afirmou.

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A comunicação teve a sua clareza teológica, religiosa e relevância pastoral, despertando reflexões sobre o papel da hermenêutica alegórica na leitura contemporânea das Escrituras e sobre os desafios éticos da liderança cristã no Brasil atual.

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