Adamantinenses realizam festa junina em Brasília
Adamantinenses que moram e/ou trabalham em Brasília realizam festa junina.
Um grupo de adamantinenses que vive e/ou trabalha em Brasília (DF) encontrou uma maneira de matar a saudade da terra natal. Reunidos, realizaram ontem (12) uma festa junina e deram o nome de “1ª Festa Junina do Consulado Adamantinense em Brasília”.
O encontro reuniu cerca de 20 adamantinenses e seus familiares, e aconteceu na véspera da data dedicada ao padroeiro de Adamantina – Santo Antônio – e o aniversário da cidade. O evento ganhou decoração típica e um mastro dedicado ao Santo, com menção ao Consulado Adamantinense em Brasília. A noite teve músicas, comidas e bebidas típicas dos festejos juninos.
A ideia do evento surgiu há algum tempo, entre os adamantinenses Edneu Bizarri, Luiz Zonzini e Marcel Castro – o grupo dos expedicionários –, em um dos churrascos realizados na casa de Edneu. Neste ano decidiram colocar a ideia em prática, e logo ganharam o apoio feminino de Mara Barbaroto, que juntou a outra metade da turma.
Edneu Bizarri é engenheiro e disse que a ideia da comemoração era matar a saudade das quermesses promovidas na cidade, e assim elegeram o santo padroeiro Santo Antônio para homenagear. “Para fazer menção à distância, à saudade, à identidade, à fraternidade, e à solidariedade, nomeamos o local como o Consulado Adamantinense em Brasília, cujo endereço simbólico é a alameda dos Expedicionários, esquina com a rua Fioravante Spósito, em Adamantina, esquina onde residi de quando criança até quando fui para a faculdade”, destaca.
A “1ª Festa Junina do Consulado Adamantinense em Brasília” foi positiva e permitiu a aproximação dos adamantinenses que hoje moram e/ou trabalham em Brasília. “Apesar de todo o trabalho, esperamos promover a segunda edição no próximo ano”, garante Edneu.
A consultora em amamentação e acupunturista Livia Pozzetti De Souza Minatel, que também deixou Adamantina e mora, trabalha e estuda em Brasília, participou ontem do encontro. “Foi muito legal conhecer adamantinenses que estão aqui a mais de 30 anos e ainda falam de Adamantina como o lar, e de como foi difícil se adaptar”, destaca.