Adamantina sedia pré-conferência regional do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial
Realização é da Secretaria estadual de Justiça e Cidadania e Prefeitura de Adamantina.
Adamantina sedia nesta quarta-feira (8) a 1ª Pré-Conferência Regional do Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR), da região. A programação acontece a partir das 14h no Anfiteatro Fernando Paloni, centro da cidade. O evento é uma parceria entre a Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania (SJC), por meio da Coordenadoria de Políticas para a População Negra (CPPN), e Prefeitura de Adamantina.
Conforme a SJC, a iniciativa marca o início das ações do órgão estadual no novembro negro, mês dedicado a alertar e conscientizar a população sobre o enfrentamento à discriminação racial e à desigualdade social. A programação terá como temática “O Brasil na década dos afrodescendentes: reconhecimento, justiça, desenvolvimento e igualdade de direitos”.
O objetivo da pré-conferência regional é discutir a criação de conselhos, como o de Adamantina, em todos os municípios do estado de São Paulo e, ainda, estimular a promoção da igualdade racial, para combater o racismo em todas as suas formas.
(Divulgação).
Segundo o órgão estadual a mesa de debates contará com as presenças do coordenador de políticas para a população negra da SJC, Robson Ferreira; do subsecretário de direitos humanos da cidade de Tupã, André Prado, e de Ivonete Alves, doutora em educação pela Unicamp, ativista social e artista plástica de Presidente Prudente.
O encontro – para o coordenador Robson Ferreira – é uma oportunidade de ampliar as ações e a visibilidade aos temas ligados à população negra, e fortalecer a criação de instâncias municipais para promover essa cidadania, com políticas públicas e a ativação de conselhos. “ “Integrar estado e municípios é de fundamental importância. Desde o período da escravidão, até os dias atuais, os negros lutam por direitos e igualdade de oportunidades”, pontua o coordenador Robson Ferreira. “Com a criação de conselhos municipais, a população terá voz direta para demandar suas necessidades, e, com isso, nós, gestores públicos, teremos subsídios para pensar políticas públicas mais efetivas e eficazes, além de reforçar as já existentes”, completa Ferreira.