Saúde

Santa Casa de Adamantina: não há risco de faltar oxigênio

Fornecedor de oxigênio diz que situação em Manaus não se reflete em outras regiões do país.

Por: Da Redação atualizado: 21 de janeiro de 2021 | 11h02
Estrutura de armazenamento e distribuição de oxigênio, na Santa Casa de Adamantina (Foto: Siga Mais). Estrutura de armazenamento e distribuição de oxigênio, na Santa Casa de Adamantina (Foto: Siga Mais).

A situação crítica em torno da falta de oxigênio medicinal nos hospitais de Manaus (AM) repercutiu em todo o Brasil e acendeu um sinal e alerta, sobre a disponibilidade desse insumo nos hospitais de outras regiões do país. Nesta terça-feira (19) o SIGA MAIS levantou essa questão junto à administração da Santa Casa de Adamantina.

No hospital local, o fornecimento de oxigênio medicinal é feito por uma empresa que repõe periodicamente os tanques de armazenamento existentes na Santa Casa. A administração do hospital disse que tem monitorado diariamente os estoques e até o momento, segundo assegurou o fornecedor, não há risco de o abastecimento ser interrompido.

O oxigênio medicinal usado pela Santa Casa de Adamantina é armazenado em tanques apropriados e distribuído por tubulação aos leitos, centro cirúrgico, UTI, pronto-socorro e demais unidades internas, para suporte aos pacientes. Fora essa estrutura instalada, há cilindros portáteis que são usados em situações de deslocamentos de pacientes em que o recurso de oxigenação estimulada é imprescindível à vida.

Esse suporte é estratégico para a atenção a pacientes com a Covid-19, e também nas demais enfermidades em que haja limitação respiratória. (Continua após a publicidade...)

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Empresa diz que situação em Manaus não se reflete em outras regiões do país

Em uma publicação em seu site, a empresa fornecedora de oxigênio disse que a situação vivenciada em Manaus não acontece em outras regiões do país. “A White Martins informa que o abastecimento de seus clientes no mercado de saúde segue dentro da normalidade e que a situação sanitária vivida em Manaus nos últimos dias não se reflete em outras regiões do Brasil. Além do estado de calamidade pública enfrentado na região, o cenário logístico no Amazonas é extremamente desafiador por não contar com acesso terrestre e demandar movimentação de carga por transporte fluvial e aéreo”, afirma a empresa.

Na mesma publicação em seu site, a White Martins destaca aspectos de sua estrutura de atendimento a hospitais e outros serviços de saúde. “A empresa dispõe de uma robusta capilaridade logística integrada que garante a confiabilidade no abastecimento. Suas mais de 80 plantas e centros de distribuição estão localizados em áreas estratégicas com alta mobilidade por ter acesso à infraestrutura rodoviária que possibilita o deslocamento eficiente de produto até os clientes. A White Martins seguirá cumprindo seu papel social e está somando todos os esforços para salvar vidas e abastecer o mercado de saúde”, finaliza. ##banenr2##

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