Saúde

Exames dão negativo para varíola dos macacos e família de Presidente Epitácio deixa isolamento

Família foi liberada do isolamento no sábado (30), após exames que descartaram a doença.

Por: Da Redação | Com informações do G1 Presidente Prudente atualizado: 2 de agosto de 2022 | 09h34
(Dado Ruvic/REUTERS). (Dado Ruvic/REUTERS).

Uma família moradora em Presidente Epitácio, que estava monitorada após contato com um parente residente em São Paulo que apresentava sintomas suspeitos da varíola dos macacos, deixou o isolamento preventivo. O caso foi informado na última sexta-feira (29) pelo SIGA MAIS.

No sábado (30), às 18h40, a Prefeitura de Presidente Epitácio recebeu os resultados dos exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz, que apresentaram resultado negativo para o diagnóstico da doença, como relatou o secretário municipal de saúde da cidade, José Carlos Botelho Tedesco, ao G1. “Felizmente o resultado foi negativo, não reagente, ou seja, os exames comprovaram que ele não está com a doença e assim a família dele, que mora em Presidente Epitácio, será liberada da quarentena ainda hoje [30]”, explicou.

A família de moradores de Presidente Epitácio foi colocada em quarente preventiva na quinta-feira (28) após o caso suspeito envolvendo o parente. O isolamento valeria por 21 dias, agora descartado pelas autoridades municipais de saúde.

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Números

Segundo dados do Ministério da Saúde, até ontem (31), 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no país. Na última sexta (29) a pasta confirmou a primeira morte pela doença no Brasil.

A vítima era um homem, de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.

Sintomas

A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos.

Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.

Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.

Brasil terá antiviral para combater a doença

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (1º), pelo Twitter, que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.

“Serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento”, adiantou. O Tecovirimat tem sido oferecido como opção de “uso compassivo [autorização de uso de medicamento novo por agência reguladora, ainda sem registro definitivo]” nos Estados Unidos. Entretanto, ainda não há dados que demonstrem a eficácia do antiviral para o tratamento da varíola dos macacos.

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