Saúde

Dengue: Adamantina teve 2.731 casos em 2019

Adamantina registrou 2.731 casos de Dengue no ano passado. Em 2020 já há caso confirmado.

Por: Da Redação atualizado: 16 de janeiro de 2020 | 16h09
Recipientes que acumulam água são potenciais criadouros do mosquito Aedes Aegypti, e devem ser eliminados (Reprodução). Recipientes que acumulam água são potenciais criadouros do mosquito Aedes Aegypti, e devem ser eliminados (Reprodução).

Adamantina registrou 2.731 casos de Dengue no ano passado. Os números foram divulgados na edição desta quarta-feira (15) do Jornal Diário do Oeste, a partir de informações fornecidas pela Prefeitura. Ainda ao longo de 2019, foi registrado um caso de leishmaniose em humano e nenhum caso de Zika Vírus e Chikungunya.

Para o ano de 2020 já há um caso confirmado e outros 18 suspeitos aguardam os resultados dos exames, em Adamantina. A doença também chega a outras cidades da região, como em Lucélia, onde na primeira quinzena deste ano foram registrados 107 casos de dengue. 

Em recente nota à imprensa da Prefeitura de Adamantina (reveja), o Departamento de Controle de Vetores alerta sobre os perigos da Dengue, sobretudo nesse período chuvoso, de grande risco para a proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

A nota informa que a Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria de Saúde, reforça as orientações e medidas para a prevenção da dengue. “Além das visitas rotineiras nas casas, a Prefeitura realiza orientações para os moradores sobre como cuidar de seu imóvel e prevenir o surgimento do mosquito”, diz o texto. (Continua após a publicidade...)

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Na nota, a coordenadora do controle de vetores, Francine de Brito Alves, afirma que a vistoria feita pelo munícipe deve ser semanal. “Uma vez por semana vistoriar a residência, com atenção aos objetos que possam acumular água, tais como prato/pingadeira e bebedouro de animais. As garrafas retornáveis devem ser guardadas de boca para baixo, as caixas d'água devem estar sempre tampadas e o armazenamento de pneus deve ser em local coberto, assim como lonas e encerados. Todo o objeto que não tiver utilidade deve ser descartado corretamente, para manter o quintal limpo e livre do acesso de mosquitos”.

Ainda na nota, Francine alerta também para os sintomas da dengue, como dor de cabeça, febre, dor nos olhos e articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e, em casos mais graves, dores abdominais e náuseas. Em caso de sintomas, o morador é orientado a procurar o posto de saúde mais próximo de sua residência.

Francine faz ainda outras orientações, como evitar tomar remédios por conta própria e, caso o morador faça exames particulares, deve procurar uma unidade de saúde e informar o caso, para que a Prefeitura possa agir no controle da doença e combate ao mosquito. 

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