Polícia

Recém-nascida leva 25 pontos na cabeça após ser cortada com bisturi durante parto em Araçatuba

Caso ocorreu em Araçatuba, e Polícia Civil vai investigar o ocorrido.

Por: Da Redação | Com informações do G1 atualizado: 23 de outubro de 2018 | 15h35
Recém-nascida levou 25 pontos na cabeça, durante parto. Caso vai ser investigado pela Polícia Civil (Acervo Pessoal/Reprodução G1). Recém-nascida levou 25 pontos na cabeça, durante parto. Caso vai ser investigado pela Polícia Civil (Acervo Pessoal/Reprodução G1).

A Polícia Civil de Araçatuba vai investigar o caso de uma recém-nascida que levou 25 pontos após ter a cabeça cortada durante o parto na Santa Casa da cidade. Segundo o Portal G1, a família registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal, alegando que o ferimento foi causado por bisturi.
Em nota publicada pelo G1, divulgada na manhã desta segunda-feira (22) pela Santa Casa de Araçatuba, o hospital informou que a bebê nasceu de parto cesariano, sendo necessário o auxílio de um fórceps. Segundo a nota, durante o procedimento ocorreu corte acidental no couro cabeludo da recém-nascida.
De acordo com o G1, o casso ocorreu dia 27 de agosto e somente na última sexta-feira (19), o problema foi apresentado à polícia. Segundo o boletim de ocorrência, a mãe deu entrada na Santa Casa de Araçatuba após perder muito líquido aminiótico, quando a equipe médica decidiu fazer uma cesariana.
Ainda conforme o G1, quando a criança foi retirada da barriga da mãe, o pai observou um corte no lado direito da cabeça da filha. Segundo consta no Boletim de Ocorrência, junto à Polícia Civil, o corte teria sido provocado pelo bisturi utilizado para cortar a barriga da mãe.
O G 1 informa que após o parto a criança foi atendia por uma cirurgiã da pediatria, que fez uma sutura com 25 pontos na cabeça da menina, ficando internada por seis dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), quando então recebeu alta.
O caso foi formalmente reclamado  pela família junto à ouvidoria da Santa Casa, na época dos fatos. Já a família foi orientada pela polícia sobre o prazo de seis meses para fazer uma representação criminal e buscar eventual responsabilização e reparação.

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