Polícia

Polícia Militar tem a primeira mulher no comando de um helicóptero Águia

1ª tenente Mayara realizou o seu primeiro salvamento à frente da aeronave na última sexta-feira.

Por: SSP/SP atualizado: 4 de julho de 2019 | 16h14
1ª tenente Mayara Tanaka, nova comandante do helicóptero Águia da Polícia Militar de São Paulo (Fotos: Johnny Muga de Chiara). 1ª tenente Mayara Tanaka, nova comandante do helicóptero Águia da Polícia Militar de São Paulo (Fotos: Johnny Muga de Chiara).

“Ser mulher ou homem não faz diferença. Ser comandante sim. Me sinto grata por ter alcançado esse objetivo na minha carreira, ao mesmo tempo que sei da grande responsabilidade envolvida”, destaca a 1ª tenente Mayara Tanaka, nova comandante do helicóptero Águia da Polícia Militar de São Paulo.

Por influência do pai, a oficial decidiu seguir carreira na instituição e há 14 anos vestiu a farda pela primeira vez. Desde então, a tenente já atuou em batalhões sediados em Presidente Prudente (18° BPM/I) e Venceslau (42° BPM/I), bem como em em Jundiaí (11° BPM/I).

Sua história no Comando de Aviação (CavPM) teve início em outubro de 2013, quando ingressou na nova unidade e passou a participar de missões como copiloto para adquirir experiência, assim como ocorreu na última sexta-feira (28). Na ocasião, a oficial participou do seu primeiro salvamento à frente do helicóptero Águia.

 “O sentimento é de gratidão por poder ajudar e de responsabilidade por saber que minha tripulação e pessoas no solo dependem da minha atuação”, ressaltou a tenente. (Continua após a publicidade...)

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Treinamento

Para chegar ao posto de comando de um helicóptero Águia, os oficiais passam por uma formação que dura, em média, cinco anos com cerca de 500 horas de voo de experiência como copiloto.

Além disso, são submetidos a treinamentos como pouso em área restrita, salvamentos com rapel, combate a incêndios e resgate aeromédico. 

Após o término das avaliações, os comandantes do Grupamento Aéreo da unidade, junto com pilotos, realizam uma reunião para determinar se o oficial está apto a assumir o comando de uma aeronave. 

“Passei pelas mesmas dificuldades que meus colegas e, se fomos aprovados, estamos igualmente capacitados para assumir a função”, finalizou a oficial.

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