Polícia

Polícia Civil sequestra R$ 4,5 milhões de investigados envolvidos em golpe contra Banco do Brasil

Em Tupi Paulista foram encontrados mais de R$ 500 mil em dinheiro no imóvel de contador investigado.

Por: Da Redação atualizado: 14 de julho de 2020 | 11h55
Em Tupi Paulista, policia encontra mais de meio milhão de reais em dinheiro, no imóvel de um dos investigados (Divulgação/Polícia Civil). Em Tupi Paulista, policia encontra mais de meio milhão de reais em dinheiro, no imóvel de um dos investigados (Divulgação/Polícia Civil).

Nesta segunda-feira (13) a Polícia Civil da região de Presidente Prudente desmantelou uma associação criminosa onde os envolvidos são acusados de desviar mais de R$ 13 milhões do Banco do Brasil, em empréstimos que eram concedidos a empresas de fachada, com a ajuda de um gerente (reveja).

As investigações tiveram início em 2017, na Delegacia de Polícia de Euclides da Cunha Paulista - cidade onde ficava situada a agência bancária vítima do crime - e foram concluídas pela 1ª Delegacia de Polícia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC-D8).

(Divulgação/Polícia Civil)

Como parte da operação realizada nesta segunda-feira foram bloqueados bens, entre caminhões, automóveis e imóveis, além de contas bancárias, na tentativa de recuperar os prejuízos da instituição financeira. Durante o sequestro desses bens, os policiais encontraram R$ 505.850,0 em espécie, no imóvel de um contador de Tupi Paulista. O total bloqueado – considerando a avaliação dos bens apreendidos, saldos em conta e o dinheiro localizado – gira em torno de R$ 4,5 milhões. (Continua após a publicidade...)

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Segundo atualização da Polícia Civil comunicada à imprensa por volta das 16h30, do total de 13 mandados de prisão tem temporária expedidos pela Justiça, um total de 12 pessoas haviam sido presas até o momento. Um deles é considerado foragido.

Parte dos presos foram levados ao DEIC de Presidente Prudente, onde foram interrogados. Os demais presos foram encaminhados para as cadeias de Presidente Venceslau e de Adamantina e serão interrogados durante o período da prisão temporária, que tem vigência de cinco dias.

Além das buscas realizadas em Tupi Paulista, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão, e de prisões, nas cidades de Monte Castelo, Tupi Paulista, Osvaldo Cruz, São João do Pau D´Alho e Nova Independência, e na cidade paranaense de Umuarama.

A operação recebeu o nome de “Argentarii”, fazendo referência ao período romano, onde os banqueiros eram os profissionais de depósitos, realizavam a coleta do dinheiro, guardavam e os emprestava outros clientes.

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