Polícia

Polícia Civil prende suspeito de assassinar rapaz encontrado boiando em represa

Acerto de contas entre agressor e a vítima pode ter relação com o crime.

Por: Da Redação atualizado: 13 de novembro de 2019 | 09h36
Faca que supostamente foi usada no crime e roupas do suspeito sujas de sangue podem ter relação com o caso e foram apreendidas pela Polícia Civil (Imagens/Cedidas/PC). Faca que supostamente foi usada no crime e roupas do suspeito sujas de sangue podem ter relação com o caso e foram apreendidas pela Polícia Civil (Imagens/Cedidas/PC).

Um homem de 20 anos foi preso nesta segunda-feira (11) pela Polícia Civil acusado de ser o autor de um assassinato descoberto no último final de semana. O corpo da vítima, de 25 anos, foi localizado no último sábado (9) por populares, boiando em uma represa de uma propriedade rural particular às margens da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Pirapozinho. Um grupo de pessoas foi ao local para pescar, quando encontrou o corpo e acionou a Polícia Militar (reveja).

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Rafael Galvão, testemunhas informaram que no dia do crime uma pessoa ligada à vítima teria chamado para ir até e região da represa. Depois, o corpo foi encontrado no local, boiando na represa, com perfurações de faca pelo corpo.

Essas informações permitiram à Polícia Civil chegar ao suspeito do crime. Após ser identificado, a autoridade policial requereu na Justiça a concessão de bandado de busca e apreensão, que foi concedida pelo Poder Judiciário. (Continua após a publicidade...)

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Em posse do mandado, foi realizada diligência no endereço do suspeito, em Pirapozinho, com a participação das polícias Civil e Militar. Em um dos cômodos da casa os policiais encontraram uma faca embaixo de uma cama, considerada a possível arma utilizada para matar a vítima, além de roupas sujas de sangue que supostamente eram vestidas pelo agressor no dia do crime. Com essas evidências e relatos de testemunhas, o suspeito foi preso temporariamente, por 30 dias, sendo recolhido à cadeia para prestar esclarecimentos.

De acordo com o delegado Rafael Galvão, a morte foi um possível acerto de contas. Ouvida pela polícia, a esposa da vítima disse que o homem morto devia cerca de R$ 700 ao suspeito do crime, referentes a tráfico de drogas, o que era praticado por ambos.

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