Polícia

PF prende em Araçatuba homem suspeito de manter plataforma de pornografia infantil

Investigado ainda publicava vídeos e fotos de si próprio estuprando vítimas diversas.

Por: Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo atualizado: 11 de setembro de 2020 | 09h06
Informações para a prisão do suspeito e apreensão de objetos foram repassadas pela Interpol na França à Polícia Federal (Divulgação/PF). Informações para a prisão do suspeito e apreensão de objetos foram repassadas pela Interpol na França à Polícia Federal (Divulgação/PF).

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (9) a Operação Desvelada, para investigar pessoas envolvidas em compartilhamento de imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes. O trabalho é resultado de cooperação policial internacional para a repressão à exploração sexual na internet e ao estupro de vulneráveis.

De acordo com as investigações, um brasileiro seria o responsável pela criação e manutenção de um dos maiores fóruns em língua portuguesa de pornografia infantil da DeepWeb. Além de disponibilizar a plataforma para usuários em todo o mundo, o investigado ainda publicava grande quantidade de vídeos e fotos de si próprio estuprando vítimas diversas. As idades das meninas variavam entre os 5 e 12 anos.

Mídia apreendida pela Polícia Federal na casa do suspeito (Divulgação/PF). 

Valendo-se de técnicas de investigação cibernética, a Polícia Federal brasileira teve êxito em identificar o responsável por estupros gravados e exibidos na rede mundial de computadores. Trata-se de um brasileiro que reside em Araçatuba, de aproximadamente 50 anos, solteiro com uma filha e um neto. O fórum da DeepWeb e outras plataformas criadas por ele já eram conhecidos das polícias de inúmeros países. (Continua após a publicidade...)

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A união de esforços e a cooperação policial internacional propiciou a revelação de sua identidade, razão do nome escolhido para a Operação – Desvelado. Até o momento não há indicação da participação de terceiros, o que será ainda esclarecido pela análise da mídia apreendida no local e pela oitiva dos envolvidos (agressor, vítimas e familiares).

Por fim, a PF apura a provável comercialização de parte do acervo criminoso produzido pelo investigado. O crime de publicação de imagens de pornografia infantil prevê pena de 3 a 6 anos de reclusão. Já o estupro de vulneráveis prevê de 8 a 15 anos de prisão.

Policiais federais fizeram buscas no imóvel (Divulgação/PF). 

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