Negócios

Empresários do setor de alimentação criam a ABRA - Associação de Bares e Restaurantes de Adamantina

Iniciativa fortalece aproximação do setor, que na pandemia passou a se falar mais.

Por: Da Redação atualizado: 20 de abril de 2021 | 18h02
Setor busca ambiente de cooperação, união, partilha e aprendizado (Foto de Zain Ali no Pexels). Setor busca ambiente de cooperação, união, partilha e aprendizado (Foto de Zain Ali no Pexels).

Um grupo de empresários do setor de alimentação criou a ABRA - Associação de Bares e Restaurantes de Adamantina. A iniciativa ganhou visibilidade nesta sexta-feira (16), com as primeiras adesões e a criação da uma conta no Instagram. “Somos uma associação criada em 2021 de bares e restaurantes , visando a união do nosso setor e também em prol da população adamantinense”, informa uma das primeiras publicações no perfil.

Agora, o desafio é fortalecer o grupo e colocar em prática os projetos e pautas que motivaram o agrupamento do setor, na busca de um ambiente de união, partilha e aprendizado. Segundo apurou o SIGA MAIS, as primeiras adesões ao ABRA são: Restaurante Tio Panda, Mosconi Bar, O Barão Hamburgueria, Delícios Lanches, Cia Lanches, Restaurante Terra Viva, Açaí Da Barra e All Time.

Empresários vivem expectativa de reabertura (Foto de Christian Fridell no Pexels).

Atualmente, na cidade, setor opera somente com delivery e drive-thru, sendo autorizada sua reabertura com atendimento presencial a partir do próximo sábado (24), com capacidade reduzida a 25% dos espaços e seguindo os protocolos sanitários como distanciamento, uso de máscaras por trabalhadores e clientes e álcool gel. O horário autorizado pelo governo estadual, a princípio, é das 11h às 19h.

Dificuldades, aprendizado e cooperação

A crise da Covidd-19, que há um ano atinge todos os setores da sociedade, aproximou o segmento. Mesmo com a competitividade comum a qualquer atividade econômica, os donos de bares, restaurantes e similares de Adamantina, bem como de outros ramos da economia local, passaram a se conversar mais, partilhando suas aflições e experiências, bem como os desafios diários para driblar a crise instalada. Nesse contexto, o tempo tem sido de muito aprendizado.

O SIGA MAIS mapeou que um dos primeiros pontos de consenso, na ABRA, é uma relação colaborativa e pactuada entre os empresários para a esperada fase de transição da pandemia, e a possibilidade de reabertura gradual da economia, para que o setor, em âmbito local, atue e seja monitorado pelo próprio segmento, uma espécie de vigilância positiva para que haja observância às determinações e orientações que virão, e assim evitar penalizações e a volta das restrições e fechamento.

Setor é altamente atingido pela crise (Pixabay).

Além dessa cooperação, outro ponto é fortalecer o segmento, criar promoções que possam inclusive premiar os consumidores, e ainda, compartilhar orientações e dicas, além de trabalhar para apoiar e também fortalecer as demais áreas do comércio local. (Continua após a publicidade)...

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Setor fortemente atingido na pandemia

O segmento de bares, restaurantes e similares foi fortemente atingido pela pandemia da Covid-19 e há um ano opera com restrições nos serviços e por muito tempo, sem público presencial.

Com os pedidos somente delivery ou drive-thru – que são complementares aos serviços presenciais – o faturamento caiu. Em paralelo, as despesas com aluguel, custos operacionais fixos, compromissos financeiros, pagamentos de salários, impostos e outros, mesmo redimensionados, se mantiveram ativos. No caso de insumos usados no preparo de alimentos e refeições, o setor convive também com a alta dos preços.

Negócios estão sem público presencial (Foto de Guilherme Rossi no Pexels).

Diante de todo esse cenário, outro fator de dificuldade é repassar a elevação média dos custos ao consumidor final, que  não pode frequentar os espaços, limitando-se ao delivery ou drive-thru, e também é parte atingida com a crise, seja pela queda da capacidade financeira do indivíduo, entre aqueles que estão mantidos no mercado de trabalho, ou por estarem sem empregos.

Cinco motivos para apoiar os pequenos negócios

Em outra postagem no Instagram, a ABRA publicou cinco motivos para o morador apoiar os pequenos negócios e fortalecer  o comércio local:

1 - Para que o pequeno negócio não quebre e sobreviva até o final dessa crise

2 - Os pequenos estão mais próximos, evitando aglomerações e deslocamentos longos

3 - Você contribui para a manutenção de empregos e sustento de famílias

4 - Você faz um ato transformador e muda esse cenário para algo melhor

5 - Você ajuda verdadeiramente um(a) amigo(a) precisando de ajuda

(Divulgação/ABRA).

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