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Bolsonaro diz que governo não atuará para baixar o preço da carne

No mercado atacadista, a carne teve alta média de 22,9%. Preço assusta consumidores.

Por: Agência Brasil atualizado: 5 de dezembro de 2019 | 15h25
No fechamento de novembro, o a umento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista foi de 22,9% (Reprodução/Pixabay). No fechamento de novembro, o a umento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista foi de 22,9% (Reprodução/Pixabay).

O presidente Jair Bolsonaro disse no último sábado (30) que não vai interferir no preço da carne bovina, que no mercado atacadista teve alta média de 22,9%. Segundo ele, é o mercado quem define o preço do produto. Ele, no entanto, disse acreditar que o preço do produto deve baixar.

“Quero deixar bem claro que esse negócio da carne é a lei da oferta e da procura. Não posso tabelar, inventar. Isso não vai dar certo”, disse o presidente na chegada ao Palácio do Alvorada, após viagem a Resende (RJ), onde participou da inauguração da 8ª cascata de ultracentrífugas, na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN).

“Tivemos uma pequena crise agora [no preço da carne] mas vai melhorar. A carne aqui, internamente, daqui a algum tempo, acho que vai diminuir o preço”, completou, dirigindo-se a um dos populares que o aguardavam no local.  (Continua após a publicidade...)

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No fechamento de novembro, o a umento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista foi de 22,9% na média de todos os cortes pesquisados, de acordo com a Scot Consultoria.

Já os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues de São Paulo registraram uma alta de 8%, na média de todos os cortes, segundo a consultoria. No Paraná a alta também foi consistente, 3,5%. Já no Rio de Janeiro e em Minas Gerais as variações foram mais tímidas, de 0,2% e 1%, respectivamente.

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