Ensino

Boas práticas: Justiça participa de ações em escolas de Adamantina, Flórida Paulista e Pacaembu

Parceria envolve poder judiciário, Ministério Público e escolas públicas.

Por: TJ/SP | BC atualizado: 16 de fevereiro de 2024 | 12h19
Foram realizadas palestras para a forma??o continuada de docentes sob a perspectiva da educa??o antirracista (Divulga??o). Foram realizadas palestras para a forma??o continuada de docentes sob a perspectiva da educa??o antirracista (Divulga??o).

As comarcas de Adamantina, Pacaembu e Flórida Paulista participaram, nos últimos dias, de palestras para a formação continuada de docentes sob a perspectiva da educação antirracista. A ação, uma parceria do Judiciário com o Ministério Público e as Secretarias de Educação, tem como objetivo contribuir para o debate da questão racial no ambiente escolar. Os participantes se reuniram na Escola Técnica Estadual (Etec) de Adamantina, em 22 de janeiro; na Escola Municipal de Ensino Fundamental I (Emef) Manoel Teixeira Júnior (Pacaembu), em 6 de fevereiro; e no anfiteatro da Secretaria de Educação de Flórida Paulista, em 7 de fevereiro.

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Nos três dias, cerca de 600 professores de 27 escolas da rede municipal receberam treinamento da psicoeducadora Denise Alves Freire. Foram realizadas palestras sobre educação antirracista, práticas reflexivas e outras atividades. Os secretários de Educação Osvaldo José (Adamantina), Patrícia Mayumi (Pacaembu) e Carmen Lopes Paschoaleto (Flórida Paulista) fizeram as exposições iniciais e os juízes Ruth Duarte Menegatti, da 3ª Vara de Adamantina; Luciana Amstalden Bertoncini, da 1ª Vara de Pacaembu; e Rodrigo Antonio Menegatti, da 2ª Vara de Pacaembu, acompanharam os trabalhos, assim como os promotores de Justiça Marlon Roberth de Sales e Samuel Camacho Castanheira.

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A juíza Ruth Duarte Menegatti explica que a iniciativa foi idealizada em cumprimento à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e contribui para evitar a violência contra crianças e adolescentes, além de oferecer benefícios para a aprendizagem. “A formação apresentou sugestões de ações, promovendo reflexões sobre o repertório sociocultural com a valorização e o reconhecimento das contribuições dos negros e indígenas na formação popular brasileira”, afirma.

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