Ensino

Adamantina: currículo funcional estimula autonomia de alunos da educação especial na rede municipal

Atualmente, são atendidas 65 crianças autistas e mais 35 que possuem algum tipo de deficiência.

Por: Natacha Dominato | Comunicação/Prefeitura de Adamantina atualizado: 14 de abril de 2024 | 10h40
Alunos participaram de uma atividade externa onde tiveram a oportunidade de lidar com dinheiro em um supermercado (Cedida). Alunos participaram de uma atividade externa onde tiveram a oportunidade de lidar com dinheiro em um supermercado (Cedida).

A Prefeitura de Adamantina, por meio da Secretaria Municipal de Educação, desenvolve em toda a rede municipal de ensino o currículo funcional que consiste em um projeto que visa desenvolver a autonomia da criança que apresenta algum tipo de deficiência, o sistema monetário, regras comportamentais, entre outros.

A estratégia foi colocada na rede esse ano como uma das ações da coordenação da educação especial em conjunto com as professoras do atendimento de educação especializado.  

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O objetivo é proporcionar a essas crianças algo instrutivo para o futuro, para que eles possam viver plenamente em sociedade e não apenas uma inclusão na dentro da escola, mas no ambiente externo, em qualquer lugar.

Nesta quinta-feira (11), os alunos participaram de uma atividade externa onde tiveram a oportunidade de lidar com dinheiro em um supermercado. Na oportunidade, puderem interagir com os atendentes e, ainda, fazer cálculos para comprar o que desejavam.

Atualmente, são atendidas 65 crianças autistas e mais 35 que possuem algum tipo de deficiência. As crianças atípicas participam no período em que estão matriculadas da rotina da escola e no contraturno, são atendidas na sala de recurso multifuncional, onde são desenvolvidas atividades do currículo funcional.

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Além das crianças do ensino fundamental, os alunos da educação infantil que apresentam laudo são atendidos na APAE e são submetidos a terapias oferecidas em parceria com a Secretaria de Saúde.

“Estamos no Brasil na luta pela conscientização da pessoa com autismo. A luta é diária, não só com o autismo, mas com todas as deficiências. A sociedade precisa aprender a respeitar e dar oportunidades, enxergando a potencialidade das pessoas com qualquer que seja a deficiência”, afirma Karina Guilhen, professora de atendimento de educação especializado.

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