Educação

Escola Helen Keller poderá ter ensino em período integral em 2020

Escola diz sim ao ensino em período integral. Palavra final é da Secretaria Estadual da Educação.

Por: Da Redação | Com informações da Seduc atualizado: 12 de setembro de 2019 | 08h53
Escola Helen Keller se mobilizou e discutiu sobre o Programa de Ensino Integral  (Foto: Acervo Pessoal). Escola Helen Keller se mobilizou e discutiu sobre o Programa de Ensino Integral (Foto: Acervo Pessoal).

A Escola Estadual (EE) Helen Keller poderá ter ensino em período integral em 2020. A adesão da Escola ao Programa de Ensino Integral (PEI) se deu após ampla mobilização da comunidade escolar que, reunida, manifestou interesse na adesão à proposta da Secretaria Estadual da Educação (Seduc). Agora, a Seduc tem a palavra final e irá definir quais serão as escolas estaduais que contarão com aulas em período integral no ano que vem.

A mobilização da Escola Helen Keller atende orientações da Seduc. No dia 27 de agosto o supervisor de ensino professor Hélio José dos Santos esteve na unidade de ensino para dialogar com os alunos e com os seus pais sobre a proposta de implantação do PEI. Professores, funcionários e a direção da Escola também participaram. “Através da liderança competente e democrática do professor Paulo Araujo, diretor da Escola, a comunidade disse sim para a implantação do programa”, escreveu o professor Hélio em suas redes sociais. “Este novo modelo de escola propicia aos alunos, além das aulas que constam no currículo escolar, oportunidades para aprender e desenvolver práticas que irão apoiá-los no planejamento e execução do seu projeto de vida”, continuou.

Supervisor de ensino Hélio José dos Santos e o diretor da Escola Helen Keller, Paulo Araújo (Foto: Acervo Pessoal).

Segundo Hélio, a Seduc tem a palavra final sobre a implantação desse programa, que tem apresentado resultados significativos na melhoria do aprendizado e na formação integral dos alunos de escolas públicas onde já está implantado.

As escolas estaduais de São Paulo interessadas em aderir ao PEI têm prazo até esta sexta-feira (13). A expectativa da Seduc é atender pelo menos 100 unidades escolares, que tenham, em média, 500 estudantes cada. (Continua após a publicidade...)

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Currículo diferenciado

Atualmente 417 escolas da rede estadual já funcionam nesta modalidade. Neste programa, os estudantes passam a ter uma matriz curricular diferenciada que inclui orientação de estudos, práticas experimentais, tutoria personalizada com um professor, além dos clubes juvenis, em que os alunos se auto-organizam de acordo com seus temas de interesse como dança, xadrez, debates etc. A carga horária é de até nove horas e meia – na rede regular a jornada é de cinco horas e quinze minutos.

Comunidade escolar participou das discussões sobre o Programa de Ensino Integral (Foto: Acervo Pessoal).

O investimento da Seduc no ensino integral também ajuda a cumprir as metas previstas nos Planos Nacional e Estadual de Educação que determinam que 50% das escolas devem oferecer essa modalidade de ensino até 2024 e 2026, respectivamente.

Vantagens

Estudos apontam que o ensino integral ajuda a melhorar a aprendizagem dos alunos e aumenta a empregabilidade e renda dos egressos. Os alunos do ensino médio das escolas do PEI tiveram desempenho no último Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) 1,2 ponto maior em relação aos estudantes das escolas regulares.

Outra vantagem do modelo é que ele permite que os professores atuem em regime de dedicação integral a uma escola, com mais tempo para estudo e preparação de aula. Para isso, recebem uma gratificação de 75% sobre o salário-base.

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