Coronavírus

Adamantina e cidades da região do DRS de Marília permanecem na fase laranja do Plano SP

Cidades ligadas ao Departamento Regional de Saúde de Marília continuam na fase laranja do Plano SP.

Por: Da Redação atualizado: 22 de fevereiro de 2021 | 09h41
Adamantina e cidades da região do DRS de Marília permanecem na fase laranja do Plano SP

Adamantina e as cidades ligadas ao Departamento Regional de Saúde (DRS) de Marília permanecem na fase laranja do Plano SP, segundo divulgou o Governo de São Paulo em coletiva à imprensa realizada no começo da tarde desta sexta-feira (19), no Palácio dos Bandeirantes. Desde o dia 6 de fevereiro as cidades do DRS de Marília estão com a classificação laranja.

O secretário de desenvolvimento regional do governo de São Paulo, Marco Vinholi, disse que a região do DRS de Marília tem indicadores que ainda amparam a permanência na fase laranja, mas os números regionais inspiram cuidados.

Já as cidades ligadas aos DRS de Presidente Prudente e Barretos retrocederam para a fase vermelha, a mais restritiva do Plano SP. As medidas passam a valer a partir da próxima segunda-feira (22). Dependendo do comportamento da pandemia, segundo o governo estadual, o Plano SP pode sofrer nova atualização na próxima semana, para avançar ou retroceder nas fases.

Todas as regiões em fase vermelha estão com ocupação de UTI para pacientes de COVID-19 acima de 80%. Na etapa de restrição máxima, só há funcionamento normal de farmácias, mercados, padarias, lojas de conveniência, bancas de jornal, postos de combustíveis, lavanderias e hotelaria. Já os comércios e serviços não essenciais só podem atender em esquema de retirada na porta, drive-thru e entregas por telefone ou aplicativos.

Durante esta semana, diversos municípios da região do DRS de Presidente Prudente, por força de decretos municipais, fizeram suas reclassificações locais para a fase vermelha, em razão do aumento no número de casos e na ocupação de leitos de enfermaria e UTI.

Fase laranja: como fica

Na etapa laranja, segundo define o governo estadual, funcionamento dos serviços não essenciais é limitado a até oito horas diárias, com atendimento presencial máximo de 40% da capacidade e encerramento às 20h. O consumo local em bares está totalmente proibido.

Atualmente, a venda de bebidas alcoólicas em lojas de conveniência só pode ocorrer entre 6h e 20h em todos os 645 municípios. Somente a partir da fase verde, a mais branda, é que essa comercialização poderá voltar a ser feita sem as restrições atuais.

Todos os protocolos sanitários e de segurança para os setores econômicos devem ser cumpridos com rigor. Prefeituras que se recusam a seguir as normas estabelecidas no Plano SP ficam sujeitas a sanções judiciais pelo governo estadual.  (Continua após a publicidade...)

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Dados da pandemia

Com os dados epidemiológicos semanais divulgados nesta sexta, a média estadual passou de 343,7 para 287,9 novos casos por 100 mil habitantes. A taxa de novas internações foi de 48,3 para 46,6 a cada 100 mil habitantes, e as novas mortes tiveram ligeira alta, de 7 para 7,3 por 100 mil habitantes.

A pressão sobre o sistema hospitalar teve leve recuo, mas ainda exige acompanhamento ininterrupto. A média estadual de ocupação de leitos de UTI por pacientes graves de COVID-19 caiu de 67,2% para 66,7%, com 20,2 vagas a cada 100 mil habitantes.

O resumo com as informações sobre a reclassificação do Plano São Paulo e os indicadores epidemiológicos e de capacidade hospitalar de cada região estão disponíveis no link https://issuu.com/governosp/docs/20210219_plano_spvf__1_.pptx.

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