Cidades

Secretário executivo do Centro de Equidade Racial conhece espaço da futura Casa Afro Adamantina

Casa Afro Adamantina vai funcionar no espaço do antigo centro comunitário do Jardim Primavera.

Por: Natacha Dominato | Comunicação/Prefeitura de Adamantina atualizado: 24 de junho de 2022 | 10h59
Ivan Lima foi recebido em Adamantina (Da Assessoria/PMA). Ivan Lima foi recebido em Adamantina (Da Assessoria/PMA).

Alegria. Esse foi o sentimento exposto por todos os que fizeram uso da palavra durante a cerimônia realizada para a visita do secretário executivo do Centro de Equidade Racial para o Desenvolvimento Socioeconômico, Ivan Lima, nas futuras instalações da “Casa Afro Adamantina”, que será implantada no Antigo Centro Comunitário do Jardim Primavera.

A solenidade contou com a participação do prefeito Márcio Cardim, da vice-prefeita Maria de Lourdes Santos Gil, Francisco Torturello, diretor do Escritório Regional da Secretaria de Desenvolvimento Regional, na oportunidade representando o secretário Rubens Cury, vereadores, a juíza Ruth Duarte Menegatti, a interlocutora da coordenação de Equidade Racial e Desenvolvimento Econômico, Maria Angélica Silva Bonfim, presidente do Conselho Municipal de Cultura e Associação Gangazumba, Rosemeire dos Santos Cunha, secretários municipais, representantes da associação de bairro do Jardim Primavera e autoridades de outros municípios.

(Da Assessoria/PMA).

O momento teve início com a leitura do Decreto 6.556, de 21 de junho de 2022 que declarou Ivan Lima como hóspede oficial do município de Adamantina. Depois disso, Clovis Donizete Fiorentim “Terrinha”, presidente do bairro fez uso da palavra e ressaltou a importância de receber a “Casa Afro”.

(Da Assessoria/PMA).

Rosemeire dos Santos Cunha, presidente do Conselho Municipal de Cultura e da Associação Ganzabuma, também externou sua alegria com a visita do secretário e lembrou do encontro que eles tiveram em São Paulo, momento em que a “Casa Afro Adamantina” começou a ser concebida. Durante a sua fala, o Gangazumba prestou uma homenagem ao secretário.

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Maria Angélica Silva Bonfim, interlocutora da Coordenação de Equidade Racial e Desenvolvimento Socioeconômico do município, ressaltou a importância da conquista e de todo o apoio que o Poder Executivo vem dando à implantação do espaço.

Por sua vez, o secretário municipal de Cultura e Turismo, Sérgio Vanderlei da Silva, comentou que espera que esse local seja um ambiente em que muitas vitórias sejam conquistadas.

(Da Assessoria/PMA).

A representante do Poder Judiciário, a juíza Ruth Duarte Menegathi, comentou o quanto a iniciativa é importante e que ela espera que ali o racismo seja vencido. Aguinaldo Galvão, representando o presidente da Câmara Municipal, ressaltou a parceria entre os três poderes.

O prefeito Márcio Cardim lembrou que o primeiro contato com Ivan aconteceu em uma palestra em São Paulo.

“Naquele momento, começamos a estreitar os laços a fim de trazer o projeto desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo para o município. Em outro encontro, perguntei para o Ivan quando as casas ficariam prontas e ele respondeu que demoraria uns dois anos, mas eu afirmei que a nossa estaria à disposição ainda esse ano, pois já tínhamos o espaço e o que precisávamos era do apoio para implantação dos programas”, assegura.

(Da Assessoria/PMA).

O secretário executivo do Centro de Equidade Racial para o Desenvolvimento Socioeconômico, Ivan Lima, abriu seu discurso afirmando a importância da ação do prefeito Márcio Cardim para a implantação da Casa Afro Adamantina.

“Firmo aqui o meu compromisso com o Chicão que juntos vamos solicitar um convênio junto a Secretaria de Desenvolvimento Regional para pedir os recursos para construir o salão que vocês estão precisando para completar o espaço”, garante.

Sobre a Casa Afro

De acordo com Lima, a “Casa Afro” tem o objetivo de levar desenvolvimento social e econômico, por meio de políticas públicas que levam qualificação profissional para os jovens e para qualificar a beleza negra.

O espaço ainda deve ser usado para o desenvolvimento de oficinas de samba, capoeira e de todo cultura afro-brasileira para trabalhar a economia criativa e enfrentar o racismo.

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