Cidades

Região de Prudente receberá 851 novas casas populares; Adamantina está fora da lista

Nove cidades serão contempladas na primeira etapa do programa habitacional do Governo de São Paulo.

Por: Da Redação atualizado: 3 de outubro de 2019 | 07h27
Em Adamantina são 99 casas populares em construção, e não há anúncio para início de novas obras pelo governo estadual, na cidade (Foto: Siga Mais). Em Adamantina são 99 casas populares em construção, e não há anúncio para início de novas obras pelo governo estadual, na cidade (Foto: Siga Mais).

Nove municípios da região de Presidente Prudente aderiram ao programa Nossa Casa, apresentado pelo Governo de São Paulo na última quarta-feira (25). Na primeira etapa do novo programa habitacional, segundo informa site oficial do governo paulista, a região vai receber 851 novas unidades.

Em todo o Estado, serão construídas 26.735 moradias em 120 municípios. A meta é construir 60 mil unidades até 2022. Foram lançadas três modalidades do programa: Nossa Casa-CDHU, Nossa Casa-Apoio e Nossa Casa-Preço Social.

Na região de Presidente Prudente, as unidades serão construídas pela Nossa Casa-CDHU, distribuídas nas seguintes cidades: Anhumas (48 casas); Lucélia (110 casas); Pacaembu (29 casas); Paulicéia (132 casas); Presidente Prudente (208 casas); Presidente Venceslau (65 casas); Rosana (100 casas); Sagres (50 casas) e Sandovalina (109 casas). Adamantina não está no conjunto de cidades da região de Presidente Prudente beneficiadas nesta primeira rodada do Programa.

Na modalidade Nossa Casa-CDHU, as unidades serão edificadas em terrenos doados pelos municípios. Caberá à CDHU elaborar projetos e fazer o chamamento para selecionar as empresas que executarão o empreendimento. A contratação das construtoras será feita pela Caixa Econômica Federal e os subsídios serão concedidos para quem tem renda familiar mensal de até cinco salários mínimos.

Os terrenos para as primeiras 11 mil unidades já foram disponibilizados pelos municípios. Os projetos estão prontos e as obras serão iniciadas em até 90 dias, com a conclusão prevista para 2021.

À CDHU compete, ainda, a seleção dos beneficiários, por meio de sorteio, antes do início das obras. Conforme a ordem de classificação do sorteio, as famílias serão encaminhadas à Caixa para a obtenção do financiamento habitacional. As prestações só começarão a ser pagas após a entrega do imóvel.

Primeira fase

Na primeira fase do programa, das 26.735 unidades habitacionais já previstas, 11 mil serão construídas em 114 municípios pela modalidade Nossa Casa-CDHU, em parceria com a Caixa Econômica Federal.

Outras 15.735 serão fomentadas pela modalidade Nossa Casa-Apoio, voltada para entidades e empresas. Destas, 5.025 unidades são para municípios da Região Metropolitana de São Paulo e as demais unidades estarão localizadas em municípios do interior e litoral do Estado. Já a modalidade Nossa Casa-Preço Social viabilizará a construção de moradias com a iniciativa privada a preços reduzidos.

Nossa Casa foi instituído pelo Decreto estadual nº 64.419 e estima investimento de R$ 1 bilhão na construção 60 mil unidades até 2022. O programa promoverá parcerias entre o Estado, as prefeituras e a iniciativa privada para fomentar a produção de unidades habitacionais para famílias de baixa renda.

Nas três modalidades, a Secretaria de Estado da Habitação, por meio da Agência Casa Paulista, concederá subsídios de até R$ 40 mil, conforme a renda das famílias. Será possível contar ainda com subsídios federais e utilizar o FGTS no financiamento habitacional, quando disponível. Desta forma, o valor das prestações ficará compatível com a capacidade de pagamento das famílias.

O Governo do Estado aportará cerca de R$ 450 milhões em custos com os projetos, apoio e subsídios nos próximos dois anos, fomentando também investimentos, incluindo outros subsídios do governo federal e a contrapartida da iniciativa privada, da ordem de R$ 2,7 bilhões. Se for considerado ainda o efeito multiplicador desses investimentos, chega-se a cerca de R$ 4,5 bilhões movimentados na economia, no mercado. (Continua após a publicidade...)

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As outras modalidades do programa

Nossa Casa-Apoio: Entidades e empresas privadas colocam os terrenos à disposição do programa e constroem os empreendimentos. A demanda será indicada pelos responsáveis pela construção dos conjuntos habitacionais e o Governo do Estado concederá subsídios de até R$ 40 mil às famílias com renda de até três salários mínimos.

Para o fomento à construção das primeiras 15,7 mil unidades, caberá à Casa Paulista (agência de fomento da Secretaria da Habitação) a concessão dos cheques moradia para as famílias efetivarem a aquisição, junto à construtora de empreendimentos já aprovados junto à Casa Paulista.

Nossa Casa-Preço Social: Envolve os municípios e a iniciativa privada, com objetivo de construir as moradias a preços abaixo do valor de mercado, para atender famílias com renda de até três salários mínimos. As prefeituras oferecem os terrenos, que serão alienados, por meio de licitação, à iniciativa privada. As empresas vencedoras constroem e vende parte das unidades a preço social.

As famílias interessadas nos empreendimentos vão se cadastrar pelo site do programa e serão selecionadas por meio de sorteio. O valor da unidade será fixado conforme a região. O preço social será de R$ 130 mil na capital, R$ 120 mil nos municípios das regiões metropolitanas do Estado, R$ 110 mil em municípios do interior e litoral com mais de 250 mil habitantes, e R$ 100 mil em municípios do interior e litoral com menos de 250 mil habitantes.

99 casas estão em construção em Adamantina

Conquistadas em gestões anteriores e com obras iniciadas no ano passado, 99 casas populares estão em construção em Adamantina, com nova previsão de conclusão anunciada para janeiro, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) ao Siga Mais (reveja).

No empreendimento Adamantina N (Conjunto Mário Covas), são 54 casas em construção. Segundo a placa oficial existente no local, as obras foram iniciadas em 22 de maio de 2018 com previsão de conclusão em 22 de agosto de 2019. O empreendimento tem valor total de R$ 5.374.962,90.

O segundo conjunto Adamantina O envolve a construção de 45 unidades, no Parque Itamarati. De acordo com a placa oficial no local, as obras foram iniciadas em 7 de fevereiro do ano passado com previsão de conclusão em 7 de maio deste ano, ao custo total de R$ 4.499.166,37.

A nova previsão do MDR e pela conclusão das casas em janeiro próximo. Os futuros moradores já foram sorteados pela CDHU. Ainda não há previsão de entrega das casas aos contemplados.

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